Pátria educadora? Cortes no Pronatec frustram alunos e faculdades privadas

Em setembro, a maranhense Laurenilcy Ribeiro era uma das alunas mais entusiasmadas de um curso de Informática do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que oferece cursos gratuitos em instituições de ensino públicas e privadas e foi uma das bandeiras da presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral de 2014.

Entrevistada pela BBC Brasil, ela contou que, após trabalhar como cozinheira em casas de família em São Paulo por duas décadas, estava feliz com o emprego em uma rede de supermercados e, em especial, com a volta à sala de aula.

Além de frequentar o Pronatec, na época Laurenilcy também cursava uma faculdade de Marketing, paga com ajuda do Fies – o Fundo de Financiamento Estudantil, outro carro-chefe da campanha de Dilma.

Dez meses depois, pouco parece ter sobrado desse entusiasmo. "Foi tudo uma grande decepção", diz Laurenilcy.

"No final do ano houve atrasos nos repasses para cursos Pronatec. Alguns professores acabaram sendo demitidos e passamos correndo por alguns conteúdos. Consegui concluir o curso, mas com a economia em baixa não tenho perspectivas de aproveitar o que aprendi. As notícias dos cortes no Pronatec e as novas regras para o FIES também me fizeram pensar que podia não valer a pena investir tanto nos estudos... que esse apoio do governo poderia não ser sustentável. Acabei desistindo até da universidade", conta a maranhense.

Sua colega de curso Marieuleni Barreto também se diz decepcionada com os rumos do programa. Ela conta que o projeto contribuiu para sua decisão de votar em Dilma nas eleições de outubro. "Imagino que esses cortes tenham sido inevitáveis dado a situação da economia, mas para mim representaram uma grande frustração."

'Ajuste necessário'
Desde 2011, quando o Pronatec foi criado, 8 milhões de pessoas passaram pelo programa. A promessa feita pela presidente durante a campanha era matricular mais 12 milhões estudantes até 2018.

Nos primeiros meses deste ano, porém, o Ministério da Educação (MEC) já anunciou que em 2015 a oferta de vagas cairá 60% - dos 2,5 milhões de 2014 para apenas 1 milhão.

A redução faz parte dos esforços para a promoção de um ajuste fiscal: no total, devem ser cortados mais de R$ 9 bilhões do orçamento para a educação.

"O ajuste fiscal se baseia numa realidade", explicou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, em entrevista à BBC Brasil no início do mês.

"Tem-se menos dinheiro, então o que estamos fazendo é procurar preservar ao máximo possível a qualidade dos programas, sua essencialidade, e escalonar o que não possa ser feito neste ano para fazer no futuro. E também reavaliar projetos e programas em andamento para ver onde podem ser aprimorados."

Fernando Soria, vice-presidente executivo das Faculdades Sumaré, uma das instituições privadas provedoras de cursos Pronatec diz que "todos entendem que o ajuste fiscal era necessário".

"O problema é que as promessas sobre o programa criaram uma série de expectativas entre estudantes e provedores que não serão atendidas. Faculdades como a nossa, que acreditaram no programa e se prepararam para oferecer seus cursos, agora estão no prejuízo."

Na primeira fase do Pronatec, a Sumaré teria recebido autorização para abrir 7 mil vagas. Hoje, ainda tem 800 alunos, mas, segundo Soria, não teve nenhuma vaga aprovada para o próximo ciclo do programa.

"Fomos obrigados a demitir 200 pessoas, entre professores, coordenadores e funcionários administrativos. Investimos mais de R$ 4 milhões para participar do programa e oferecemos até tablets grátis para os alunos acompanharem os cursos. Mas depois de outubro, o governo começou a atrasar os repasses. Acabou a eleição, acabou o pagamento. Chegamos a ter 4 meses de atraso."

Henrique Gerstner, diretor das Escolas e Faculdades QI, maior rede privada de ensino técnico do sul do país, também relata atrasos de "3 ou 4" meses nos repasses de recursos e critica a forma como foram feitos os cortes.

No caso da QI, as vagas aprovadas passaram de 1.800, em 2014, para 1.050. "A questão é que nunca tivemos qualquer indicação de que haveria uma redução dessa magnitude. Em um governo que tem como lema 'Pátria Educadora', fomos pegos de surpresa", diz ele.

O diretor da QI defende que o Pronatec tem tido resultados "excelentes" e diz que a parceria com o governo no geral é interessante para as instituições privadas.

"Mas ela também criou alguns efeitos negativos. Hoje há alguns estudantes que não se matriculam nos nossos cursos pagos porque ficam nessa expectativa de receber os cursos grátis", diz ele.

Outro lado
O MEC admite que houve atrasos nos repasses para alguns provedores, mas diz que eles não passaram dos três meses e a situação já foi regularizada.

Segundo o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério, Marcelo Feres, algumas instituições privadas podem ter saído prejudicadas na distribuição de vagas porque há um esforço para aumentar o alcance geográfico do Pronatec, ampliando o número de municípios que recebem o programa. Com isso, entidades que não têm unidades fora de grandes centros urbanos perderiam.

"Mas a oferta de curso técnico em instituições de ensino superior privadas foi feita com a intenção de aproveitar a capacidade instalada, os professores, a estrutura que já existia. Nunca foi dito que as instituições deveriam fazer oferta de vaga maior do que a sua capacidade. Isso é temerário, nós não concordamos."

Feres também diz que as frustrações com o programa parecem estar concentradas nas faculdades privadas. "As instituições privadas são parceiras importantes. Mas a análise dessas instituições, que representam 7% do Pronatec pelos dados de 2014, não podem ser confundidas com a análise de todo o programa."

No esquema que serve de base para o Pronatec, o governo paga escolas técnicas, entidades do Sistema S (Senai, Senac, Senar e Senat), instituições federais e – desde 2013 – faculdades particulares para que elas ofereçam gratuitamente cursos técnicos e de qualificação profissional.

O público vai de estudantes ou jovens que apenas acabaram o ensino médio a desempregados e trabalhadores interessados em se requalificar.

De 2011 a 2014, foram investidos no programa cerca de R$ 14 bilhões. Provedores disseram receber por hora/aula para cada aluno de R$ 5 a R$ 8. Em um curso técnico de 1.000 horas, isso significa um custo de até R$ 8 mil por estudante. Mas também há cursos de menor duração - os chamados cursos de Formação Inicial e Continuada (FICs), que vão de 160 a 400 horas.

Entre os que oferecem cursos do programa, de fato também há quem veja o enxugamento de maneira menos crítica, como Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai, maior provedor individual do Pronatec.

Para ele, os cortes são uma "acomodação devida" em função da necessidade do governo reduzir gastos - e o fato de a economia estar desacelerando faz com que não haja uma pressão tão grande no mercado de trabalho pelos profissionais técnicos no momento.

"É claro que ter quase 3 milhões de alunos em um ano e 1 milhão no outro traz ajustes necessários para todos os parceiros (do programa). Estaria mentindo se dissesse o contrário", diz Lucchesi, após esclarecer que, no Senai, o número de vagas Pronatec deve passar de 1,2 milhão para algo em torno de 400 mil, este ano.

"Mas entendemos que o ajuste é necessário e compreensível. Além disso, a educação continua a ser uma prioridade clara desse governo – particularmente a educação profissional. Por isso, acreditamos que essa retração em 2015 será compensada por uma expansão em 2016."

Para Carlos Lazar, do Grupo Kroton, maior grupo educacional brasileiro, o programa de fato poderia "ganhar em previsibilidade", mas já haveria um diálogo com o governo para melhorar essa questão.

"De qualquer forma, nossa exposição ao programa sempre foi relativamente baixa e continuamos a acreditar que há um compromisso do governo com as melhorias na educação", diz.

Críticas
Há quem discorde. Na opinião de Mariza Abreu, que por mais de 20 anos foi consultora legislativa na área de educação, o que levou o governo a expandir de forma acelerada o Pronatec em 2014 e prometer um aumento ainda maior das vagas no segundo mandato da presidente pode não ter sido apenas uma vontade de promover avanços nessa área.

"Parece que a lógica era 'vamos fazer qualquer coisa para vencer as eleições e depois a gente administra' (os gastos e compromissos decorrentes dessas promessas)."

O governo nega que a expansão do programa tivesse tido fins eleitoreiros. Questionado sobre a promessa das 12 milhões de matrículas no Congresso, Janine afirmou que este é um ano fora da curva, depois de 12 anos de investimentos crescentes na educação.

"Passamos de R$ 18 bilhões de orçamento do MEC, em 2002, para bem mais de R$ 100 bilhões agora. Uma vez superada essa situação e restaurada a saúde da economia, teremos condições de continuar nessa trajetória [de crescimento]", disse o ministro.

Um estudo feito pelo economista Marcos Mendes, consultor do Senado, mostra que, de fato, na última década os desembolsos para o setor passaram de 4% a 9,3% da receita líquida do Tesouro. Em termos reais, esses recursos quase quadruplicaram.

Para muitos especialistas, porém, o problema é que a expansão dos gastos não veio acompanhada de um avanço na questão da qualidade do ensino - o que seria refletido na estagnação dos índices de produtividade do trabalhador brasileiro.

"Chama a atenção, por exemplo, que os gastos com programas como o Pronatec, o Fies e o Ciências sem Fronteiras se expandiram em um ritmo fora da curva, muito mais acelerado que os aportes do governo federal para a educação básica. E as perguntas que estamos começando a fazer agora é: Esse aumento foi correto? E é sustentável?", questiona Abreu.

O professor do Insper Otto Nogami concorda que o momento de crise que o Brasil vive hoje pode ser uma oportunidade para a reavaliação das estratégias na área de educação e opina que, no caso específico do Pronatec, ainda faltam mais dados para avaliar a eficiência do programa.

"Precisamos saber se o que os alunos aprendem é relevante, se eles conseguem emprego e se de fato há um avanço na questão da produtividade", opina.

Feres, do MEC, diz que já haveria iniciativas para avaliar o programa e menciona uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e outra com o Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). "No programa como um todo está havendo uma revisão, o que é um processo natural de aperfeiçoamento de uma política pública. Não dá para fazer política pública achando que o primeiro modelo proposto é o melhor."

Fonte: BBC Brasil

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Crise é política, moral e inédita, afirma Paim

Em passagem por Fortaleza, o senador Paulo Paim (PT-RS) revelou nunca ter visto, mesmo depois de estar há quase 30 anos no Congresso Nacional, uma crise política, moral e institucional com a proporção da enfrentada atualmente. Ele defendeu que o governo Dilma Rousseff conseguirá superar esse momento somente quando a presidente se dispor a dialogar mais.

O parlamentar, na condição de presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, participou ontem, ao lado do senador cearense José Pimentel (PT), de um debate na Assembleia Legislativa realizado para criticar o projeto que permite a terceirização para a atividade-fim. A matéria já aprovada na Câmara ainda aguarda a apreciação no Senado Federal.

Paulo Paim reconheceu o grande impacto que a crise política tem provocado ao pontuar a forma como ele mesmo tem atuado em relação a alguns projetos do Executivo. "É inegável que nós estamos vivendo uma crise. Não dá para dourar a pílula. (É uma crise) institucional, moral, econômica e social. Tanto é que eu mesmo tenho votado contra alguns projetos e tenho, digamos pela rebeldia natural e coerência da história, exigindo que haja mudança na política econômica do Governo."

O senador gaúcho detalhou que o cenário vivenciado é inédito e, ao se referir à postura do presidente da Câmara Eduardo Cunha, disse nunca ter presenciado um momento tão delicado na convivência entre os poderes.

"É algo inédito. Eu estou lá no Congresso há quase 30 anos e nunca vi uma postura dessa do presidente da Casa se posicionar como oposição ao outro poder, quando nós temos que viver na independência dos poderes, mas na harmonia da construção daquilo que é melhor para o País. É um momento delicado", ressaltou o parlamentar.

Paulo Paim chegou até a avaliar que o atual cenário representa ameaças à democracia. "Eu espero que isso passe e a gente volte à normalidade, porque estão brincando com algo muito sério, que é a democracia brasileira. Com democracia, não se brinca. Lá atrás houve uma vacilação e nós sabemos muito bem o que aconteceu", comparou.

Questionado como o governo Dilma Rousseff pode conseguir superar essa crise, Paulo Paim defendeu que a presidente precisa estar mais disposta para o diálogo e menos enclausurada no Palácio do Planalto.

"A presidenta tem que sair mais para conversar. Eu queria ver a presidenta num ato como esse aqui, conversando com os trabalhadores, com os sindicalistas, conversando com os empresários, conversando com os parlamentares. Não adianta sair para o Exterior ou ficar dentro do Palácio. Tem que vir para a rua, dialogar com a população", destacou o senador.

O parlamentar ainda defendeu que a mudança de postura também deve partir do PT. O senador destacou que a agremiação, se não voltar às origens, não terá condições de superar a crise enfrentada atualmente.

"Eu acho que o PT tem que voltar às suas origens, às suas raízes e há condição de se fazer isso. Defender os sonhos que nós sempre brigamos, os ideais que nós sempre brigamos, as causas que guiam nossas vidas. O que guia as nossas vidas não é o processo eleitoral. O que tem que guiar são as causas que nós sempre brigamos, defendemos", avaliou o senador.

Paulo Paim é hoje uma das lideranças petistas que rejeitam a condução da política econômica executada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O senador voltou ontem a fazer críticas.

Combate
"Nós temos que fazer o bom combate, o bom debate. E esse bom debate é que pode aprimorar a política econômica, preservando o direito dos trabalhadores, do assalariado, dos aposentados, daqueles que mais sofrem. Esse bom debate está contribuindo, tanto que as duas MPs que chegaram no Congresso Nacional chegaram de um jeito e saíram de um outro jeito", citou.

O senador petista também rebateu a preocupação levantada de que o Senado possa vir a barrar a recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República. "Eu não acredito que chegue a esse extremo."

Indagado sobre como ele acredita que os senadores se comportarão nas votações dos projetos da reforma política, Paulo Paim disse observar um cenário com muita preocupação.

"A reforma política tem que acontecer, mas não da forma que estão propondo. Eu estou muito preocupado. O maior problema para mim hoje é o financiamento privado de campanha. Isso é a porta da corrupção. Se analisar todas as denúncias que estão chegando aí, vocês vão ver que a desculpa era dinheiro para esse partido, para aquele partido. Era dinheiro para as campanhas. Mistura o privado com o público. Quem dá milhões e milhões para alguém, não dá de graça", apontou.

Quanto à análise da crise, o senador cearense José Pimentel (PT) corroborou com o correligionário e também fez críticas a Eduardo Cunha. Ele defendeu a luta social para superar momento. "O primeiro registro é que o atual presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi o coordenador da campanha do senador Aécio Neves no Rio de Janeiro."

José Pimentel concordou com Paulo Paim e foi ainda mais incisivo na análise sobre a votação da reforma política no Senado. Para o petista, a Casa também não irá interferir no que choca com os interesses dos senadores. "A Câmara só aprova temas que dizem respeito ao Executivo e ao Senado. E o Senado só aprova propostas que dizem respeito à Câmara e ao Executivo. Portanto, é uma equação que não tem solução", justificou.

ALAN BARROS
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste

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Crato (CE): Polícia prende “Zé do Araguaia” e “Pinguelão” vendendo drogas

“Zé do Araguaia” e “Pinguelão” foram presos
em Crato em operações distintas
Inspetores da Delegacia Regional de Polícia Civil de Crato prenderam duas pessoas sob a acusação do tráfico de drogas naquela cidade. Por volta das 17 horas desta segunda-feira (20) o aposentado José Vicente da Silva, de 67 anos, apelidado por "Zé do Araguaia" e morador da Rua São Francisco, 138 (Bairro Pinto Madeira) foi preso pela terceira vez num período de três anos pelo mesmo motivo. Os policiais montaram campana na localidade conhecida ainda por "Gesso" diante das informações que “Zé” tinha voltado a vender drogas.

Eles aguardaram a chegada de um usuário para fazer o flagrante da comercialização e isso ocorreu com Tiago Gonçalves Aquino, de 40 anos, residente na Rua Monsenhor Lima, 232 naquele bairro. O viciado comprou uma pedra de crack e já estava de saída quando o vendedor bateu a porta ao notar a chegada de policiais. Eles ainda encontraram mais três pedras de crack numa bolsa e cerca de 400 sacos plásticos usados para embalar drogas, mas Zé negou e disse que gosta de fazer "dim dim". Foi recolhida ainda uma máquina fotográfica originária de um furto no início de junho no próprio bairro Pinto Madeira.

A outra prisão já aconteceu na manhã desta terça-feira na Travessa Potengi no chamado Bairro Cacimbas. A polícia soube que, uma casa abandonada, servia para os "aviões" do tráfico distribuírem drogas na área e, no local, foi preso Wellington da Costa Erculano, de 19 anos, apelidado por "Pinguelao” e morador do Sítio Brea (Distrito de Dom Quintino) na zona rural de Crato. Com ele, foram encontradas sete pedras de crack e certa quantia em dinheiro.

Demontier Tenório

Fonte: Miséria

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Governo especifica exigências para adesão ao programa que reduz salários e jornada de trabalho

O Ministério do Trabalho divulgou nesta terça-feira (21) as exigências para que as empresas que pretendem aderir ao PPE (Programa de Proteção ao Emprego) comprovem situação de dificuldade econômico-financeira para se habilitarem.

Para tanto, será preciso que o percentual definido pela diferença entre admissões e desligamentos acumulada nos 12 meses anteriores ao pedido de adesão em relação ao estoque de empregados seja igual ou inferior a 1%.

Além disso, as empresas precisam comprovar que esgotaram alternativas como férias coletivas e uso de banco de horas para os funcionários colocados no programa.

O cálculo deverá levar em conta dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

"O governo aposta muito nesse programa. O momento está merecendo a execução de um programa deste porte", disse o ministro do Trabalho, Manoel Dias, em entrevista à imprensa.

O PPE foi lançado pelo governo no início do mês com a assinatura de Medida Provisória pela presidente Dilma Rousseff permitindo a redução da jornada de trabalho e dos salários em até 30%, com uma complementação de 50% da perda salarial bancada pelo FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Durante o anúncio do programa, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rosseto, afirmou que o sistema é uma alternativa para o lay-off, esquema em que os trabalhadores têm o contrato suspenso por tempo determinado e recebem parte do salário pago pelas empresas com complemento do governo.

A medida impede demissões em empresas que aderirem ao PPE durante o período de vigência — que vai de 6 a 12 meses — e obriga a manutenção do vínculo por mais um terço desse tempo após o fim do programa.

Em baixa
A criação do PPE se dá em um momento de visível deterioração do mercado de trabalho no País, com impacto direto sobre a atividade econômica.

Em junho, o Brasil fechou 111.199 vagas formais de trabalho, no pior resultado para o mês desde pelo menos 1992. No semestre, a demissão líquida chegou a 345.417 trabalhadores, segundo dados com ajuste do Caged. Segundo o ministro do Trabalho, o governo aposta muito nesse programa.

— O momento está merecendo a execução de um programa deste porte.

Ele exemplificou que, em seis meses e para 50 mil trabalhadores, a redução de 30% da jornada de trabalho implicaria um gasto do governo com o PPA de R$ 112,5 milhões, sendo que no período haveria a manutenção da arrecadação com contribuições sociais.

Por outro lado, caso esse contingente de trabalhadores fosse demitido, haveria um gasto com seguro desemprego muito superior, de R$ 259,6 milhões.

Também presente na coletiva, o presidente da associação de montadoras de veículos, Anfavea, Luiz Moan, saudou a iniciativa do governo, que classificou como moderna, e lembrou que o limite de 1% definido para calcular a situação de dificuldade econômico-financeira já contempla todas as montadoras no País.

— A maior parte das nossas empresas está com número negativo de empregos. Então todos nós estaríamos incluídos.

Segundo Moan, algumas associadas já estão conversando com os sindicatos representativos para a adesão ao PPE, buscando a celebração de acordos coletivos prevendo a redução de jornada de trabalho e de salários.

Fonte: R7

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Cafeína é remédio ou veneno? Depende da sua idade

A diferença entre o remédio e o veneno muitas vezes está na dose, diz o ditado. No caso da cafeína, pode estar também na idade de quem a consome.

Enquanto em indivíduos adultos a substância parece proteger o cérebro de danos causados pelo estresse que podem desencadear quadros depressivos, na vida intrauterina pode atrapalhar o desenvolvimento cerebral e representar um fator de risco para doenças como epilepsia.

As conclusões são de estudos feitos com camundongos e apresentados durante a nona edição do Congresso Mundial do Cérebro (IBRO 2015), realizado no Rio de Janeiro de 7 a 11 de julho.

Na pesquisa coordenada há cerca de 15 anos por Rodrigo Cunha, da Universidade de Coimbra, em Portugal, o objetivo é investigar em que medida a cafeína pode prevenir o desenvolvimento de depressão, doença que afeta cerca de 15% da população e representa a primeira causa de incapacitação segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O grupo, que envolve colaboradores da Alemanha, Estados Unidos e Brasil, sujeitou ao longo de três semanas dois grupos de camundongos a situações de estresse crônico e imprevisível.

Um dos grupos começou a receber duas semanas antes do experimento cafeína na água de beber.

Testes mostraram que a concentração da substância encontrada na corrente sanguínea dos animais era equivalente à de um humano adulto que consome entre duas e três xícaras de café por dia.

“Tentamos reproduzir no modelo animal aquilo que todos nós humanos sentimos naquele momento da vida em que tudo vai mal. O carro quebra, perde-se o emprego, termina-se um relacionamento amoroso, descobre-se que um amigo tem câncer. Tudo é uma desgraça e, muitas vezes, esse conjunto de situações dá origem a um quadro depressivo”, contou Cunha em entrevista à Agência FAPESP.

No modelo animal, o estresse era induzido por situações como agitar a caixa onde estavam os camundongos durante alguns segundos, privá-los de comida temporariamente, dar banhos de água fria ou pequenos choques nas patas.

Uma série de testes bioquímicos, neuroquímicos, eletrofisiológicos e comportamentais foi feita após o período do experimento para avaliar fatores indicativos de depressão nos dois grupos.

“Como o animal não pode dizer se está ou não deprimido, avaliamos seu comportamento com uma série de testes já bem padronizados”, contou Cunha.

Um dos testes consiste em colocar o animal em uma situação de nado forçado por alguns minutos.

Em condições normais, o roedor tenta escapar a todo custo. Um camundongo deprimido, porém, costuma desistir rapidamente e começa a boiar.

“É como se ele esperasse que a vida resolvesse seu problema”, comentou Cunha.

Roedores deprimidos também demonstram menos interesse em se esforçar para alcançar uma bebida açucarada (perda de prazer ou anedônia), déficit de memória e tornam-se mais retraídos em momentos de interação social.

Também foi medido o nível de corticosteroide – o equivalente em animais ao cortisol, o hormônio do estresse – de algumas proteínas que costumam estar alteradas em quadros depressivos e o fluxo de informações em determinados circuitos neuronais.

“Observamos que a informação continua fluindo normalmente, o que muda na depressão é o sentido que se dá à informação que chega. A capacidade de se adaptar rapidamente em função de pistas externas parece perdida nos animais deprimidos”, contou Cunha.

Com base nos resultados dos testes, os pesquisadores concluíram que o grupo tratado com cafeína apresentou uma quantidade significativamente menor de sintomas depressivos em relação ao controle.

O passo seguinte foi caracterizar o alvo molecular responsável por esse efeito observado.

“Nossos estudos anteriores já mostravam que a cafeína se liga a um receptor celular chamado A2A para adenosina e queríamos demonstrar que manipulando farmacologicamente ou geneticamente esse receptor conseguiríamos interferir nos resultados”, disse o pesquisador.

Existente em grande quantidade nos neurônios, o receptor A2A se liga a uma substância chamada adenosina, um dos componentes da molécula de ATP (adenosina trifosfato), que é essencial para o metabolismo energético.

“Quando há uma situação de estresse ou qualquer disfunção no sistema nervoso, ocorre um maior consumo de ATP, consequentemente uma maior liberação de adenosina. A adenosina em excesso se liga aos receptores A2A e desencadeia um efeito em cascata que faz esse sistema trabalhar ainda pior”, contou Cunha.

Como a cafeína também se liga ao receptor A2A, acrescentou o pesquisador, ela bloqueia a ligação com a adenosina, impede o efeito em cascata e reequilibra o sistema.

“Por isso, quando estamos cansados e consumimos cafeína, por exemplo, nos sentimos mais alerta. Ela também aumenta a tolerância a vários sinais que podem causar hiperirritabilidade no indivíduo”, explicou Cunha.

Em um dos experimentos, o grupo administrou ao mesmo modelo animal o fármaco istradefilina, que também inibe a ação do receptor A2A e tem sido usado no tratamento da doença de Parkinson.

Nesse caso, também foi observado no grupo de camundongos tratados um menor desenvolvimento de sintomas depressivos em comparação ao controle.

“Fizemos o nocaute do gene que expressa o receptor A2A para mostrar que isso conferia o mesmo efeito protetor da cafeína. Fizemos também o nocaute apenas em neurônios principais para mostrar que o efeito que observamos está presente diretamente no neurônio e não depende de interação com outros sistemas”, explicou.

Os resultados mais recentes da pesquisa foram divulgados em maio na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Na avaliação de Cunha, os achados corroboram o que já havia sido demonstrado em estudos epidemiológicos com humanos.

“Um deles acompanhou ao longo de vários anos mais de 50 mil enfermeiras no Havaí, uma ilha onde todos têm estilo de vida e alimentação muito semelhante. Concluiu-se que aquelas que consumiam cafeína apresentaram menor necessidade de ajuda do ponto de vista psiquiátrico”, contou Cunha.

Ele ressalta, porém, que novos estudos precisam ser realizados para validar o receptor A2A como um alvo terapêutico em humanos.

“O grande problema de transpor essa informação para o homem é que somos sempre mais complicados. O receptor é uma proteína formada por uma cadeia de aminoácidos e essa cadeia pode ter pequenas variações de acordo com cada indivíduo. Isso é o que chamamos de polimorfismo genético e é o que faz as pessoas serem mais ou menos sensíveis à cafeína”, explicou Cunha.

O grupo de Coimbra também investiga se a inibição do receptor A2A pode prevenir as modificações cognitivas associadas a doenças como Alzheimer.

“Em estudos anteriores com modelos animais de Alzheimer, vimos que, quando se iniciam os problemas mnemônicos, o número de receptores A2A aumenta consideravelmente. Isso parece ser uma das causas da patologia e representa também uma oportunidade de tratamento”, disse.

O outro lado
No trabalho coordenado por Christophe Bernard no Institut de Neurosciences des Systèmes (INS), ligado à Aix-Marseille Université da França, foram avaliados os efeitos do consumo da cafeína durante a gestação e a lactação em camundongos.

Também nesse caso, as fêmeas de camundongo foram habituadas a ingerir cafeína na água, em concentrações equivalentes a duas ou três xícaras de café por dia.

Depois era feito o cruzamento e mantida a oferta de cafeína durante a gestação e o período de lactação.

Os resultados foram publicados em 2013 na revista Science Translational Medicine.

“Observamos que a cafeína causa um atraso na migração para o hipocampo [região cerebral relacionada com memória e percepção espacial] de um grupo específico de neurônios gabaérgicos [que secretam ácido gama-aminobutírico]. Eles atingem o alvo, mas com um atraso de vários dias. Isso atrapalha o processo de construção do cérebro e causa um desequilíbrio”, contou Bernard à Agência FAPESP.

O efeito foi observado tanto na análise do tecido cerebral de camundongos quanto de macacos, que apresentam maior semelhança com os humanos.

Análises in vitro mostraram que, quando a cafeína se liga ao receptor A2A nos neurônios, a velocidade de migração é reduzida em 50%. “Isso sugere que a adenosina seja necessária para o processo de migração e essa é uma das coisas que estamos investigando atualmente”, contou.

O grupo francês também avaliou os efeitos desse atraso na migração neuronal nos filhotes e, posteriormente, nos camundongos adultos.

“Em decorrência do desequilíbrio causado pelo atraso dos neurônios, os filhotes se tornaram mais suscetíveis a sofrer de epilepsia e a apresentar convulsões febris. Apresentam um limite de tolerância ao aumento da temperatura corporal cerca de 1,5 grau Celsius menor”, contou Bernard.

Ao avaliar os camundongos já adultos, os cientistas notaram que outro grupo diferente de neurônios gabaérgicos estava faltando, causando, novamente, um desequilíbrio no funcionamento do cérebro.

“Testes comportamentais mostraram que a memória espacial nesses animais é menos eficiente que as dos camundongos controle. É um efeito sutil, mas está presente. Claro que se a cafeína estivesse causando algo realmente ruim no cérebro todos nós já saberíamos”, disse.

Bernard defende a necessidade de os profissionais de saúde investigarem o consumo materno de cafeína durante a gestação quando atenderem em hospitais crianças com crises convulsivas.

“Dessa forma poderíamos tentar ver se há também em humanos uma correlação entre consumo de cafeína e aumento na probabilidade de ter epilepsia.”

Limite de segurança
Presente não apenas no café como também em diversos tipos de chá, refrigerantes, chocolates e bebidas energéticas, a cafeína é de longe a substância psicoativa mais consumida no mundo e não há consenso sobre qual seria o limite diário de segurança.

Segundo relatório publicado em maio pelo comitê científico da European Food Safety Authority (EFSA), o consumo de até 400 mg ao dia (cerca de 4 xícaras de café) por indivíduos adultos com em média 70 kg e que não estejam gestantes não representaria riscos significativos de saúde. Para mulheres grávidas ou lactantes, o valor supostamente seguro seria de 200 mg ao dia.

Bernard defende a necessidade de realizar estudos clínicos que confirmem se a quantidade de 200 mg ao dia é de fato segura para o desenvolvimento cerebral durante a gestação ou se pode representar um fator de risco para o desenvolvimento de patologias na vida adulta.

“No trabalho de 2013, avaliamos apenas o hipocampo. Agora estamos olhando o cérebro mais globalmente e vendo que outras regiões, como o córtex, também são afetadas, pelo menos em camundongos. Em um modelo animal de Alzheimer, estamos investigando se o consumo de cafeína na gestação pode facilitar de alguma forma o desenvolvimento da doença”, contou.

Fonte: Exame.com

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Crato (CE): Para Ronaldo, Expocrato deve ser usada como instrumento para desenvolver o município

O prefeito do Crato Ronaldo Gomes de Mattos avalia como positiva a Expocrato  2015. “Apesar da crise tivemos boas vendas, como tomamos conhecimento”, afirmou, lembrando que o agronegócio e o turismo são duas vocações  do Crato que precisam ser incentivadas.

Para o prefeito a Expocrato é o espaço ideal para alavancar negócios e investimentos para o Crato. Segundo Ronaldo, a sua missão é buscar que novas empresas queiram investir em Crato. Ele citou o exemplo das últimas ações em buscar de trazer para o Crato a Ale Sat e a Ford Caminhões, bem como, intensificar os entendimentos para uma política de desenvolvimento econômico no Crato, fortalecendo  e implantando o Distrito Industrial.

Para Ronaldo Mattos "a Expocrato é uma das festas mais importantes do Nordeste e do Brasil e deve ser usada para alavancar o  desenvolvimento da cidade”, afirmou.

Nesta semana, como parte das ações de busca de novos investimentos para a cidade, técnicos e executivos da Ale Sat estarão em Crato para continuar o diálogo com a prefeitura. O prefeito quer sugerir que essa empresa se instale no Distrito Industrial, sendo a primeira grande empresa a se instalar no local.

Assessoria de Imprensa/PMC

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Fisiculturista morre de câncer no fígado após dieta cheia de proteína

Os músculos sempre foram a obsessão de Deam Wharmby, um personal trainer de 39 anos. Em busca do corpo perfeito, o inglês apostou em uma dieta de 10 mil calorias ao dia, incluindo no cardápio hambúrgueres, pizzas, bacon e as mais variadas bebidas energéticas. No entanto, o resultado dessa rotina arriscada foi exatamente oposta ao que Deam esperava.

De musculoso e saudável, ele passou a um homem doente, em estado terminal. Deam morreu esta semana de câncer no fígado, e, pouco antes de partir, admitiu que talvez seus hábitos alimentares tenham sido responsáveis por sua doença.

Em uma página no Facebook, Dean decidiu contar sua batalha contra a doença, e atraiu mais de 10 mil seguidores. Em vídeos e mensagens, ele tentava se mostrar otimista, além de apresentar aos fãs sua opção de combater o câncer utilizando a medicina natural, junto com uma alimentação que incluía vitaminas, comidas sem açúcar e nenhuma carne.

A mulher de Dean, Charlotte, ficou responsável por atualizar as notícias sobre o quadro de saúde do marido durante o tratamento. Segundo ela, Dean foi um lutador, que nunca desistiu.

— Enquanto outras pessoas desmoronam, ele mantinha um sorriso no rosto. Ele tinha crenças muito fortes, e sei que, agora, ele está livre do sofrimento.

O câncer foi diagnosticado em 2010, e já naquela época o personal trainer entendeu que sua dieta baseada em altas doses de proteína poderia ter uma grande relação com a doença. Na época, ele escreveu suas impressões.

— Foi porque eu estava tentando ficar o maior que pudesse. Não temos como ter certeza, mas coisas como energéticos são fatores que devem ter contribuído. A carne vermelha também. Acho que foi uma combinação de tudo.

Dean foi fisiculturista por 20 anos. Ele admitiu que tomou esteroides para aumentar o corpo, e justificou que fez isso “porque todo mundo fazia”. No entanto, Dean desistiu dos anabolizantes assim que entrou para os negócios como personal trainer.

Além dos grandes alimentos clássicos de quem quer ficar grande, como shakes de proteína, ovos, frangos e batata doce, Dean também consumia quantidades exorbitantes de pizzas, sanduíches e lanches gordurosos.

Os médicos ofereceram a Dean tratamentos como quimioterapia e um transplante de fígado, mas ele preferiu a medicina natural.

— Recusei logo de cara, e a maior razão para isso foi porque eu queria viver, e não morrer.

Por um ano, a escolha de Dean funcinou: seu tumor desapareceu. No entanto, ao recair na dieta de antigamente, em 2013 ele se sentiu mal novamente, e precisou ser internado. O câncer já estava grande demais para ser operado, e tudo que restava à família era esperar. No último domingo (19), a mulher do personal trainer escreveu na página do marido no Facebook que ele, finalmente, havia descansado.

— Ele agora está bem, livre de toda a doença e da dor, e viverá perfeitamente e de maneira pura, para todo o sempre.

Fonte: R7

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Avaliação negativa do governo Dilma sobe para 71%

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu para apenas 7,7 por cento, mostrou pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, enquanto 70,9 por cento avaliam negativamente o governo da petista.

No levantamento anterior realizado em março, 10,8 por cento consideravam o governo Dilma ótimo ou bom, enquanto 64,8 por cento tinham avaliação ruim ou péssima.

De acordo com o levantamento divulgado nesta terça-feira, 20,5 por cento consideram o governo regular, contra 23,6 por cento em março.

Na pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, o instituto MDA ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 16 de julho. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Fonte: Exame.com

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Crato (CE): Secretaria de Esportes do município preparando ações para segundo semestre

Kaká Queiroz, secretário de Esportes do Crato
A Secretaria de Esportes do município do Crato voltou as atividades na tarde desta segunda-feira, após uma semana de recesso por conta da Expocrato. A partir de agora, a secretaria deve iniciar o planejamento para o segundo semestre com o objetivo de conseguir o mesmo sucesso do primeiro semestre. O secretário Kaká Queiroz propõe a realização de competições nas comunidades urbanas e rurais, com a finalidade de socializar, entreter e revelar talentos para o futebol e futsal.

Para Kaká Queiroz o esporte amador deve ter uma atenção especial da administração do prefeito Ronaldo Gomes de Mattos com o intuito de oferecer Às crianças e adolescentes do Município espaços para as práticas esportivas, bem como, a inserção desses cidadãos em projetos sociais esportivos, contribuindo para afastá-los das drogas.

Assessoria de Imprensa/PMC

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Após 12 anos sem medicação, jovem não mostra rastros de HIV

O Instituto Pasteur, da França, anunciou nesta segunda-feira que uma adolescente infectada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) desde que nasceu passou os últimos 12 anos sem medicação e sem rastros da infecção.

A jovem, de 18 anos, deixou de tomar remédios antirretrovirais aos seis, conforme explicou hoje na reunião anual da Sociedade Internacional da Aids, realizado na cidade canadense de Vancouver, o cientista espanhol Asier Sáez Cirión, pesquisador do Instituto Pasteur.

Sáez Cirión explicou que o caso da jovem francesa mostra que "é possível conseguir a remissão do HIV a longo prazo em uma criança infectada durante o período pré-natal após interromper o tratamento antirretroviral que começou nos primeiros meses de vida".

Mas o diretor da Agência Nacional de Pesquisa da Aids da França (ANRS, sigla em francês), Jean François Delfraissy, alertou que a adolescente não está curada.

"Essa remissão não pode ser comparada a uma cura. A jovem segue infectada com o HIV e é impossível prever como sua saúde mudará com o tempo. Mas seu caso constitui um sólido argumento adicional a favor de iniciar o tratamento antirretroviral o mais rápido possível após o nascimento de bebês de mães soropositivas", comentou.

Sáez Cirión disse em comunicado que "a menina não tem nenhum dos fatores genéticos conhecidos que são associados ao controle natural da infecção".

"O mais provável é que tenha ficado em remissão virológica durante muito tempo porque recebeu uma combinação de antirretrovirais pouco depois da infecção", analisou.

Os pesquisadores detalharam que a carga viral da jovem é "quase indetectável" e que sua contagem de células CD4 "permaneceu estável durante este período".

Já houve casos noticiados de indivíduos infectados com HIV que foram capazes de controlar a infecção sem a necessidade de tomar remédios. O Instituto Pasteur afirmou que este caso é similar "clínica, imunológica e virologicamente aos dos pacientes adultos do estudo ANRS Visconti".

Nessa pesquisa, os pacientes, após serem submetidos a um tratamento antirretroviral durante três anos, iniciado pouco depois da infecção, foram capazes de controlar a infecção durante uma média de 10 anos sem precisar dos remédios antirretrovirais.

"Os antirretrovirais, iniciados muito cedo, podem limitar a constituição de reservas de HIV e preservar as defesas imunológicas do corpo", explicaram os cientistas.

Sáez Cirión acrescentou que isso mostra estabelece "o conceito de que a remissão a longo prazo é possível tanto em crianças como em adultos".

"No entanto, esses casos ainda são muito raros. Um caso similar com uma criança infectada com HIV tratada a tempo foi noticiado nos Estados Unidos (o chamado "bebê Mississipi"), mas a remissão só durou 27 meses depois que o tratamento antirretroviral deixou de ser aplicado", lembrou Sáez Cirión.

De acordo com o cientista espanhol, "a interrupção do tratamento não é recomendável para adultos e crianças, exceto em testes clínicos".

Fonte: Exame.com

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Municípios do CE são contemplados com centros de educação infantil

Na presença de prefeitos, deputados, lideranças comunitárias e moradores de vários municípios, o governador do Estado, Camilo Santana, lançou, nesta segunda-­feira (20), um pacote de investimentos para a construção de 44 Centros de Educação Infantil que já estão conveniados com o Estado e 10 novas unidades que serão selecionadas a partir de um novo edital. O aporte financeiro é da ordem de R$ 70,8 milhões e foi anunciado no Palácio da Abolição pelo gestor e também pelo secretário de Educação Maurício Holanda.

Segundo o governo, do total de recursos que serão destinados ao centros, R$ 56,7 milhões são do Estado e do contrato de empréstimo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros R$ 14,1 milhões de contrapartida dos municípios.

Os dez novos centros que ainda não foram definidos serão escolhidos a partir do sexto Edital de Chamada para Seleção de municípios cearenses interessados em concorrer à implantação dessas unidades de ensino. Dentre os municípios já conveniadas estão, dentre outros, Acopiara, Alto Santo, Araripe, Barbalha, Beberibe, Camocim, Carnaubal, Cedro, Orós, Pentecoste, Quixadá, Quixeramobim, Russas, Saboeiro, Salitre, São Gonçalo do Amarante, Senador Pompeu, Sobral, Tamboril, Tianguá, entre outros.

Durante a assinatura da autorização de publicação no Diário Oficial e do edital, o governador ressaltou o trabalho em conjunto entre os prefeitos. "Só tenho a agradecer a cooperação entre os municípios e o Estado. Nossa meta é atingir todos os municípios. Mais 22 escolas profissionalizantes devem ser entregues até o fim do ano, com o intuito de fortalecer a educação", ressaltou Camilo Santana.

Sobre as prioridades na escolha das cidades que receberão os Centros de Educação Infantil, o secretário da Educação do Estado do Ceará Maurício Holanda ressalta que as regiões foram escolhidas com base na situação de infraestrutura e níveis habitacionais. "Agora iremos contemplar cidades menores, levando em conta a fragilidade das crianças. Mães desempregadas, analfabetas e que moram em região com déficits em saneamento básico e água potável serão o público prioritário desses novos espaços no interior", destacou.

Prefeitos de vários municípios ressaltam que a criação dos novos Centros Educacionais Infantis irão ajudar no desenvolvimento familiar e educacional, pontuou o prefeito da cidade de Orós, Simão Pedro. "O equipamento irá atender a uma demanda existente em grande parte das escolas da região", afirma.

Estrutura
Cada unidade terá capacidade para atendimento de 208 crianças e valor médio de R1,3 milhão. A estrutura é composta de quatro salas de aula, laboratório de informática, refeitório, cozinha, berçário, fraldário, dormitório, copa, recepção e playground.

A seleção de municípios cearenses interessados em concorrer estará aberta a partir desta terça­feira (21) e prossegue até 3 de agosto de 2015, no horário de 8 às 17h, na Secretaria de Educação. O edital da será disponibilizado no site da pasta.


Fonte: Diário do Nordeste

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Crato (CE): Prefeito Ronaldo Mattos trabalhando para conseguir melhorar malha viária do município

O prefeito do Crato Ronaldo Gomes de Mattos esta semana deve continuar seu trabalho de buscar novos investimentos para o Crato. Na última semana esteve reunido com o deputado federal José Guimarães, líder do Governo na Câmara dos Deputados conversando sobre novas obras para a cidade.

Atualmente vem acontecendo em Crato uma série de obras em parceria com os governos Municipal Estadual e Federal. Uma das mais importantes é a obra da Encosta do Seminário, feita pelo Governo do Estado através do Banco Mundial e com parceria das gestão municipal.

Outras obras também vêm sendo executadas como a construção de 1.578 casas do Programa Minha Casa Minha Vida, a requalificação do entorno do Estádio Mirandão, obras de saneamento básico, a melhoria da malha viária com calçamento para as comunidades, entre outras iniciativas.

Par ao segundo semestre deste ano o prefeito adianta que vai buscar mais recursos para esgotamento sanitário e asfaltamento. Na última semana, foi protocolado pelo prefeito Ronaldo um projeto  no valor de R$ 8 mi no Ministério das Cidades para asfaltar ruas e avenidas do Crato, melhorando a malha viária da sede.

O pedido já foi feita também ao deputado Guimarães, para que os recursos sejam liberados ainda este ano. Guimarães se comprometeu em trabalhar para liberar esses recursos.

Assessoria de Imprensa/PMC

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URCA/Geopark e Sebrae-CE firmam protocolo de intenções em prol do empreendedorismo sustentável no Cariri

Uma parceria em prol do desenvolvimento de projetos empreendedores, que garantam sustentabilidade, foi firmada na tarde desta terça-feira, pelo Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Patrício Melo, e o Superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Ceará, Joaquim Cartaxo. A cerimônia para assinatura do protocolo de intenções contou com a presença do Secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado, Dedé Teixeira, e o presidente do Conselho Estadual Deliberativo do Sebrae, Flávio Sabóia.

A solenidade aconteceu no stand do Sebrae, na ExpoCrato, com a presença de diversas autoridades, entre elas o Vice-Reitor da URCA, Francisco do Ó de Lima Júnior, Pró-Reitores, o coordenador geral do Geopark Araripe, Idalécio Freitas, e autoridades locais, além de artesãos de toda a região, que estão inseridos na área do Geopark Araripe e fazem parte da mostra de artesanato do Sebrae.

O superintendente do Sebrae, Joaquim Cartaxo, ressaltou a sua satisfação em poder compartilhar do momento da assinatura do protocolo no Cariri, denominando de forma descontraída de ‘Geosebrae’, por se inserir em ações que estejam diretamente ligadas com a real finalidade do órgão, que é poder dar apoio aos empreendedores individuais e microempreendedores de cadeias como a do artesanato. “Estamos pactuando para ampliar essas ações”, disse. Para ele, são produtos que têm as peculiaridades e que são marca que caracterizam a região.

O Reitor da URCA, Professor Patrício Melo, destaca que prover o desenvolvimento econômico integrado à preservação do meio ambiente já seria ousado, para um projeto no seu nascedouro diante da conjuntura que se apresentava. “De lá até aqui caminhamos nove anos. Diria que o projeto está na marca de corrida. Agora é que está pronto para deslanchar. Encontrou as condições ideais para a promoção do desenvolvimento”, afirma. Um dos grandes desafios foi promover material biográfico, com a parceria do Sebrae, no primeiro grande projeto, produzindo o roteiro turístico com o Geopark Araripe, além a primeira feira de integração com o turismo e oficinas com artesãos.

O Reitor ainda destacou os desafios enfrentados até o momento e as parcerias instituições que foram desenvolvidas ao longo dos últimos anos, para potencializar setores na região, a exemplo do turismo sustentável. Este ano, a partir de uma parceria do Governo do Estado/ Geopark Araripe e TV Verdes Mares, será realizado um trabalho de divulgação dos espaços do GA para o Ceará. “É a primeira divulgação programada para acontecer de forma mais ampla, proporcionando um conhecimento maior de todos os geossítios”, afirma.

O secretário Dedé Teixeira destacou que a real dimensão do que representa o Geopark Araripe ainda não foi alcançada pelas ações que já foram desenvolvidas. “Ainda há muito o que se fazer, diante do primeiro Geopark do Hemisfério Sul e das Américas”, disse.

O protocolo de intenções celebrado tem o objetivo de firmar interesses para a realização de atividades parceiras, no desenvolvimento de ações conjuntas voltadas ao geoturismo geoconservação e geoeducação, por meio de interesses específicos e planos de trabalhos a serem desenvolvidos. Com isso, esses projetos estarão voltados ao apoio de ações socioambientais, pareceres técnicos para projetos e acompanhamentos, além da viabilidade de projetos ou planos de trabalho aprovados.

Assessoria de Imprensa/Urca

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Crato (CE): Coordenação de DST HIV Aids realiza blitz educativa na Expocrato

Dentro da prestação de serviços que a Secretaria de Saúde do Crato desempenhou na Expocrato 2015, a Coordenação de DST HIV Aids e Saúde da Mulher realizou no último sábado, 18,  uma blitz educativa nas proximidades do Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcanti com distribuição de adesivos, material educativo- preventivo e distribuição de preservativos.

De acordo com a Coordenadora do programa DST/HIV/AIDS no Crato, Arlene Bezerra a aceitação por parte dos transeuntes foi muito boa.  “Nossa equipe trabalhou com simpatia e cordialidade e as pessoas aceitaram, pediram mais informações e agradeceram”, esclareceu.

O visitante pernambucano Gregório Alves achou especialmente válida essa abordagem da Secretaria Municipal de Saúde. “Muito bom esse tipo de orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis e distribuição de preservativos, o momento é mesmo oportuno, a equipe está de parabéns!” ressaltou.
A Coordenação de DST HIV Aids e Saúde da Mulher bem como diversos outros serviços estiveram atuantes durante toda a semana da Expocrato.

Assessoria de Imprensa/PMC

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Brasileiro corta básico para manter supérfluo, diz estudo

Em tempos de crise, o consumidor corta pequenos luxos para poder manter a compra de produtos básicos. Certo?

Errado, de acordo com um estudo recente da dunnhumby, empresa inglesa especializada em ciência do consumidor, que analisou hábitos de 22 milhões de consumidores por 3 meses.

Assim como os europeus depois de 2008, os brasileiros estão exercendo atualmente o que a empresa chama de "new value" - uma nova equação de valor para decidir onde gastar ou poupar.

“Trata-se de um novo consumidor, que não quer abrir mão de seus ganhos de padrão de vida, conquistados durante a última década e que, para isso, economiza em produtos mais básicos para manter os seus pequenos luxos e indulgências”, diz Adriano Araújo, diretor-geral da dunnhumby no Brasil.

Isso significa que ele prefere escolher embalagens menores ou uma marca de menor preço e qualidade em alguns itens para não precisar abrir mão da compra de alguns supérfluos.

É o cliente "econômico extravagante", uma adaptação da expressão em inglês "save and splurge". O comportamento acontece em todas as classes sociais - ainda que em graus e com trocas diferentes.

Os consumidores das classes A e B cortam massas secas, laticínios e itens de mercearia em geral para continuarem adquirindo cereais saudáveis, doces, sobremesas e bebidas não alcoólicas.

Nas classes C e D, a economia em categorias como limpeza, higiene oral e farináceos é compensada na manutenção dos gastos em refrigerantes, frios e sobremesas.

Cenário
Um levantamento recente do app GuiaBolso mostrou que 48% dos brasileiros gastam mais do que recebem (veja por estado).

A Serasa Experian divulgou hoje que a inadimplência subiu 16,4% no semestre e o indicador de confiança do consumidor atingiu em junho uma mínima recorde.

Com previsão de recessão de 1,7% e inflação de 9,15% este ano, a economia brasileira está experimentando queda forte dos salários e aumento do desemprego.

Um dos efeitos disso é a mudança de hábitos: os brasileiros se mostram mais conscientes na hora de consumir e 78% declaram pechinchar mais atualmente, um avanço significativo em relação a anos anteriores.

Fonte: Exame.com

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Celular tem o tamanho de um cartão de crédito e bateria que dura 3 meses

Uma empresa chinesa desenvolveu um celular do tamanho de um cartão de crédito que tem bateria que pode durar até 90 dias. O dispositivo mede 5,5 milímetros de espessura, é resistente à água e à poeira e pode pode funcionar sozinho ou em conjunto com um smartphone. O projeto está disponível para financiamento coletivo no Kickstarter.

No modo autônomo, o Janus One precisa de um cartão SIM e funciona principalmente para realizar ligações e enviar mensagens SMS. O dispositivo tem espaço para armazenar até 500 números na agenda e tem um contador de passos. Conectado a um smartphone via Bluetooth, o celular funciona como um discador, permitindo fazer e receber ligações diretamente dele e receber notificações de mensagens SMS. De acordo com os desenvolvedores, o pequeno telefone pode ser útil quando o smartphone estiver carregando ou quando o usuário estiver em locais perigosos, ajudando a evitar roubos e furtos. Ele pode ainda pode fornecer bateria ao celular principal em casos de emergência.

O Janus Phone está disponível nas cores preto, branco e dourado por US$ 69. A previsão de entrega do produto é de setembro de 2015. Por enquanto o projeto conseguiu arrecadar US$ 22,4 mil dos US$ 50 mil necessários para a fabricação dos celulares. Faltam 25 dias para o encerramento da campanha.

Fonte: Olhar Digital (Via UberGizmo)

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Crato (CE): Abertas as inscrições para a Pré-conferência Municipal de saúde

A Secretaria de Saúde do Crato, por meio do Conselho Municipal de Saúde comunica que as inscrições para a Pré-Conferência de Saúde estarão abertas a partir de hoje, segunda-feira (20), indo até o dia 24 de julho, sexta-feira, na sede da Secretaria localizada no Centro Administrativo da Prefeitura do Crato, no Bairro São Miguel nos horários: Manhã- de 7h30 às 12h; à tarde de  13h30min às 16h30min, na sala do Conselho Municipal de Saúde.

No ato da inscrição, as entidades deverão apresentar registro de comprovação de em cartório, CNPJ, certidão negativa de débitos (federal, estadual ou municipal) e ata de criação ou eleição da entidade registrada em cartório com relação nominal dos seus delegados com documentos de identidade dos mesmos. Todas as cópias devem ser reconhecidas em cartório.

A pré-conferência de saúde do Crato acontecerá dia 27 de julho, na Escola de Ensino Profissional Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau, no Bairro São Miguel. E a Conferência Magna de Saúde do Crato, em sua 9ª. edição acontecerá nos dias  7 e 8 de agosto.

Esse ano a Conferência Estadual de Saúde será em Fortaleza, em setembro, e a Nacional em Brasília, no mês dezembro, celebrando a sua 15ª edição com o tema “Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro”.

As conferências de saúde são espaços democráticos de construção da política de saúde, onde o povo manifesta, orienta e decide os rumos da saúde nas três esferas de Governo, legitimando o exercício da democracia por meio da Participação Popular.

Mais informações
Centro Administrativo da Prefeitura Municipal do Crato
Secretaria de Saúde
Rua Sete de Setembro nº 150 – Bairro São Miguel 
Telefone: PABX (88) 3586.8000 ramal 237
FAX (88) 3523.3823   

Assessoria de Imprensa/PMC

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Acordo eliminará tarifa de eletrônicos em 80 países; Brasil está fora

Oitenta países devem assinar no final desta semana a atualização de um acordo comercial para eliminar tarifas de importação de mais de 200 produtos de tecnologia, de videogames a semicondutores.

Trata-se da primeira grande negociação para corte de tarifas na OMC (Organização Mundial do Comércio) em 18 anos. O Brasil está fora do tratado internacional de tecnologia da informação (ITA).

Entre os signatários, que representam 97% do comércio mundial de produtos de tecnologia da informação, estão Estados Unidos, China, Coreia do Sul e União Europeia.

No sábado (18), os EUA fizeram algumas concessões à China que impediam um acordo. A extensão do tratado é discutida há anos. A negociação com a China havia sido suspensa em 2013, mas foi retomada em novembro.

"Estamos muito otimistas de que chegaremos a um acordo bem-sucedido no final da próxima semana. Temos a base para um acordo", disse o diretor-geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, via Twitter, no sábado.

O comércio mundial de produtos de tecnologia da informação movimenta cerca de US$ 4 trilhões por ano. Com a atualização do acordo, cerca de US$ 1 trilhão em tarifas seriam eliminados.

Brasil isolado
O presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, diz que a ausência do Brasil em um acordo que envolve 80 nações, num setor com alto potencial de crescimento nas transações, reforça o isolamento do país no comércio internacional.

"Ou nos integramos ao mundo ou o Brasil ficará cada vez mais à parte", afirmou.

Segundo ele, o país não pode pensar apenas na proteção de sua indústria, que já tem na taxa de câmbio atual uma barreira à invasão de importados, e deve considerar que o isolamento comercial também afeta a competitividade de outros setores.

Já o presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Humberto Barbato, defende a posição brasileira. "Nunca quisemos participar do ITA. Se isso acontecesse, praticamente não teríamos mais indústria eletroeletrônica no país", diz ele, ao destacar os baixos preços dos itens chineses, os altos custos de produção no Brasil e o câmbio valorizado dos últimos anos.

Fonte: Folha.com

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Adesivo 'inteligente' de insulina é promessa para diabéticos

Um adesivo "inteligente" capaz de detectar o aumento do açúcar no sangue e injetar insulina de forma indolor foi testado com sucesso em ratos, um anúncio animador para milhões de diabéticos no mundo todo.

Esse dispositivo subcutâneo do tamanho de uma moeda pequena é recoberto de cerca de 100 microagulhas similares a um cílio.

As "microagulhas" são dotadas de compartimentos microscópicos, que contêm enzimas sensíveis à glicose. Também são sensíveis à insulina, liberada se os níveis de açúcar detectados no sangue estiverem muito elevados, explicam os criadores do dispositivo, apresentado nesta segunda-feira nos Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS, em inglês).

O "patch" conseguiu reduzir durante nove horas a proporção de glicemia nos ratos de laboratório afetados por uma variedade do diabetes tipo 1, ou juvenil.

Os inventores do adesivo consideram que outros testes clínicos são necessários antes de seu uso em humanos, mas consideram-no bastante promissor.

"Concebemos um adesivo para diabéticos que funciona rapidamente, que é fácil de usar e fabricado com materiais atóxicos e biocompatíveis", relatou o professor Zhen Gu, do Departamento de Engenharia Biomédica da Universidade Estadual da Carolina do Norte (UNC/NC State University), principal autor desses trabalhos.

Os pacientes de diabetes tipo 1 e aqueles afetados por um tipo avançado de diabetes adulto, ou tipo 2, tentam manter os níveis de glicemia sob controle com injeções de insulina. O procedimento é, com frequência, doloroso e impreciso.

Fonte: AFP

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Crato (CE): Prefeito Ronaldo Mattos trabalhando para instalação de mais empresas

O prefeito do Crato, Ronaldo Gomes de Mattos, durante uma de suas visitas ao Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, durante a Expocrato, foi ao estande de várias empresas.

Em uma dessas visitas esteve no estande da Ford Caminhões para se reunir com executivos da empresa e debater sobre a instalação de uma filial da empresa no Crato.

A Ford Caminhões, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Venâncio Saraiva, inclusive já fez uma carta de intenção para se instalar na terra de Bárbara de Alencar.

De acordo com o prefeito Ronaldo a ideia da prefeitura é abrir um diálogo com a Ford Caminhões e outras empresas como a Ale Sat para que essas empresas possam investir no Crato, gerando mais empregos e renda para os cratenses.

Assessoria de Imprensa/PMC

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