1% da população global detém mesma riqueza dos 99% restantes, diz estudo

A riqueza acumulada pelo 1% mais abastado da população mundial agora equivale, pela primeira vez, à riqueza dos 99% restantes.

Essa é a conclusão de um estudo da organização não-governamental britânica Oxfam, baseado em dados do banco Credit Suisse relativos a outubro de 2015.

O relatório também diz que as 62 pessoas mais ricas do mundo têm o mesmo - em riqueza - que toda a metade mais pobre da população global.

O documento pede que líderes do mundo dos negócios e da política reunidos no Fórum Econômico Mundial de Davos, que começa nesta semana, na Suíça, tomem medidas para enfrentar a desigualdade no mundo.

A Oxfam critica a ação de lobistas - que influenciam decisões políticas que interessam empresas - e a quantidade de dinheiro acumulada em paraísos fiscais.

Segundo o estudo da Oxfam, quem acumula bens e dinheiro no valor de US$ 68 mil (cerca de R$ 275 mil) está entre os 10% mais ricos da população. Para estar entre o 1% mais rico, é preciso ter US$ 760 mil (R$ 3 milhões).

Isto significa que uma pessoa que possui um imóvel médio em Londres, já quitado, provavelmente está na faixa do 1% mais rico da população global.

No entanto, há várias ressalvas a estes números. O próprio Credit Suisse reconhece que é muito difícil conseguir informações precisas sobre os bens e dinheiro acumulados pelos super-ricos.

O banco diz que suas estimativas sobre a proporção de riqueza dos 10% e do 1% mais ricos "podem estar subestimadas".

Além disso, os números incluem estimativas colhidas em países nos quais não há estatísticas precisas.

A Oxfam afirmou que o fato de as 62 pessoas mais ricas do mundo acumularem o equivalente à riqueza dos 50% mais pobres da população mundial revela uma concentração de riqueza "impressionante", ainda mais levando em conta que, em 2010, o equivalente à riqueza da metade mais pobre da população global estava na mão de 388 indivíduos.

"Ao invés de uma economia que trabalha para a prosperidade de todos, para as geração futuras e pelo planeta, o que temos é uma economia (que trabalha) para o 1% (dos mais ricos)", afirmou o relatório da Oxfam.

Tendência
A Oxfam verificou que a proporção de riqueza do 1% dos mais ricos vem aumentando a cada ano desde 2009 - depois de cair de forma gradual entre 2000 e 2009.

A ONG britânica pede que os governos tomem providências para reverter esta tendência. A Oxfam sugerem a meta, por exemplo, de reduzir a diferença entre o que é pago a trabalhadores que recebem salário mínimo e o que é pago a executivos.

A organização também quer o fim da diferença de salários pagos a homens e mulheres, compensação pela prestação não remunerada de cuidados a dependentes e a promoção de direitos iguais a heranças e posse de terra para as mulheres.

A ONG britânica quer também que os governos imponham restrições ao lobby, reduzam o preço de medicamentos e cobrem impostos pela riqueza em vez de impostos pelo consumo.

Fonte: BBC Brasil

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Confira as vagas de emprego disponíveis no Sine-IDT do Crajubar

A Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e o Sine-IDT estão com vagas abertas de emprego nas cidades de Crato e Juazeiro do Norte.

Os interessados devem se dirigir a uma Unidade de Atendimento do Sine-IDT mais próximo de sua residência.

O atendimento acontece de segunda a sexta, de 08:00 às 17:00h.

Em Crato, na Rua Monsenhor Esmeraldo, nº 686.

Em Juazeiro do Norte, na Rua Interventor Francisco Erivano Cruz, 120 (Centro Multiuso de Juazeiro – Vapt Vupt).

Em Barbalha, na Rua Senador Alencar, 39/A – Centro.

Confira as vagas:

Crato

Atendente de balcão    1 vaga
Balconista    1 vaga
Cuidador de idosos    1 vaga
Representante comercial autônomo    1 vaga
Telefonista (pessoa com deficiência)    1 vaga
Vendedor pracista    2 vagas

Juazeiro do Norte 

Administrador financeiro    1 vaga
Atendente de cafeteria    1 vaga
Atendente de farmácia - balconista    1 vaga
Auxiliar de crédito (pessoa com deficiência)   1 vaga
Auxiliar de limpeza    3 vagas
Cortador de roupas    1 vaga
Cozinheiro geral    1 vaga
Cuidador de idosos    1 vaga
Empregado doméstico nos serviços gerais    3 vagas
Manicure    3 vagas
Pedreiro de acabamento    20 vagas
Pintor de alvenaria    5 vagas
Supervisor de vendas de serviços    1 vaga
Técnico em segurança do trabalho    1 vaga
Topógrafo    1 vaga
Vendedor pracista    5 vagas

Barbalha

Vendedor pracista    3 vagas

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Saiba por que a internet brasileira é tão ruim


Se há muito tempo o Brasil já não é mais o país do futebol, seria utopia imaginar que algum dia seríamos o país da banda larga; triste realidade. Em um relatório recém-divulgado pela Akamai, o país ficou atrás de outras 88 nações, com a “incrível” velocidade média de 3,4 megabits por segundo. É, nossa internet é mesmo lenta; o nível está abaixo da média mundial de 5 megabits por segundo e atrás dos vizinhos Chile, Uruguai e até a Argentina. A fibra ótica que nos acuda!

Calma! Antes de a gente sair criticando provedores, governo e tudo o mais o que estiver pela frente dessa nossa lenta conexão, é importante tentar entender; esses 3,4 megabits por segundo são apenar um resumo de uma realidade bastante complexa.

O pessoal do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR adiantou ao Olhar Digital algumas informações de novos estudos sobre a internet brasileira que o NIC deve divulgar no segundo semestre.

A grande vilã de toda essa lentidão por aqui é a infraestrutura; claro, os investimentos feito nela. A maioria das capitais do país já estão sendo cabeadas por fibra óptica. O processo é lento e custa caro. Por outro lado, todo o restante do Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, a fibra ainda é uma realidade bastante distante. Muitos equipamentos necessários para aprimorar a infraestrutura precisam ser importados, e chegam ao Brasil pagando quase 100% do valor de custo em impostos. Além de dificultar o desenvolvimento da infraestrutura, esse valor acaba sendo frequentemente repassado para os consumidores.

A Coreia do Sul, pequeno mas evoluído país asiático, ocupa a primeira posição no estudo da Akamai com invejáveis 23,6 megabits por segundo de velocidade média; média, hein? Mas lá a realidade é outra...

Na Coreia do Sul, 84% da população é conectada, e quase 80% com banda larga. Diversas operadoras oferecem planos de 1 gigabit por segundo por lá, e o governo tem planos de, até 2020, levar as operadoras a oferecer planos de 10 gigabits por segundo. O resultado é um público bastante exigente com a qualidade do serviço.

Esta é mais uma diferença gritante da nossa realidade que contribui para nossa amarga octagésima-nona posição no ranking. Os brasileiros parecem estar acostumados com “qualquer coisa”...afinal, é o que tem! A falta de concorrência por aqui nos deixa à mercê de serviços piores e sem muita perspectiva de melhora.

Sem qualquer intenção de justificar nossa realidade, o especialista aponta algumas falhas no estudo da Akamai – como o exemplo de não se medir e comparar a velocidade da conexão por regiões, uma vez que vivemos em um país continental e com enorme diferença social.

A Akamai possui uma rede de servidores espalhados pelo mundo. Ela aluga espaço nesses servidores para clientes que desejem acelerar o funcionamento de seus serviços na internet. Para elaborar o estudo sobre a internet mundial, a empresa avalia a média da velocidade de conexão dos usuários para baixar os conteúdos de seus servidores distribuídos ao redor do globo. A principal crítica do nosso entrevistado em relação ao estudo tem a ver com o tamanho do arquivo baixado para avaliar a conexão de cada país.

Por esse motivo, o tamanho dos arquivos baixados influencia o resultado do estudo. Se, no país A, os usuários baixarem apenas arquivos pequenos dos servidores da Akamai, e no país B eles baixarem apenas arquivos muito grandes, a velocidade média no país B será maior - mesmo se a velocidade contratada pelos usuários for a mesma.

A velocidade da banda larga também está lá no relatório da Akamai; o Brasil ficou na 82ª posição , com uma média de 2,5 megabits por segundo, dessa vez atrás de Venezuela e Paraguai. É, não está fácil viver conectado por aqui.

E aí, qual é a sua realidade? Será que mais concorrência é a saída para termos uma banda larga um pouquinho mais “larga”?! Ou faltam incentivos do governo e infraestrutura? Comente, meta a boca no trombone, participe.

Fonte: Olhar Digital

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Escola tem obrigação de ensinar valor moral e ética, diz psicólogo

Muitos defendem ser da família o papel de educar uma criança para viver em sociedade; certo?

Não é o que pensa Yves de La Taille, professor titular do Instituto Psicologia da USP (Universidade de São Paulo) e especialista em psicologia moral. Para ele, ajudar a desenvolver os valores morais e a ética do indivíduo é uma obrigação também da escola.

A questão pode ser polêmica, mas o professor justifica que a escola influencia diretamente a construção de valores dos alunos. Ainda mais em uma sociedade em que a ética está em baixa.

"É preciso contradizer a ideia de que ética e moral são coisas só da família ou da religião", afirma. "A escola precisa ensinar valores, regras e princípios da pré-escola até os anos do ensino médio."

"Se [a responsabilidade] não for da escola, vai ser de quem? Ela vê mais os alunos do que os pais veem os filhos. A sociedade não vai melhorar enquanto a ética e os valores morais não forem desenvolvidos nas escolas. Com a moral fraca [na sociedade], os conflitos e a violência só aumentam [como o bullying]."

Na sala de aula
Para de La Taille, a escola precisa ter duas ideias em mente: em primeiro lugar, a instituição precisa comunicar com clareza quais são seus princípios e suas regras de convívio da instituição. Assim, os professores e funcionários têm parâmetros de como devem agir.

Outra atitude importante é abraçar a discussão em todas as matérias, de maneira transversal. "O professor de história pode fazer isso ao falar sobre a guerra. Levantar os problemas morais e éticos: ela é justa? Isso estimula os estudantes a refletirem sobre os valores morais", exemplifica.

"O trabalho do professor é convencer e não impor", afirma psicólogo. Os valores que costumam ser trabalhados com mais frequência são: direito à justiça, respeito ao próximo, direito à honra. "Como o Estado é laico, a moral é laica e baseada nos direitos humanos, que são a base da Constituição."

Um boa estratégia, segundo o pesquisador, é propor dilemas em sala de aula e provocar a reflexão dos estudantes, estimulando uma visão crítica. "Um exemplo: se [você] matar uma criança, mil pessoas serão salvas", diz La Taille. "E aí, o que se faz numa situação dessas? Ao final não existirá o certo ou o errado, mas a exposição fará com que os estudantes reflitam e criem argumentos em cima das questões, seja com base na tradição, autoridade, religião ou valores."

Já com as crianças menores, a estratégia que pode dar certo é trabalhar com a coragem, tema muito ligado ao valor, acredita o especialista. "A partir de quatro anos a criança já começa a penetrar no mundo da moral. O certo e o errado estão muito de fora para dentro com as interações com os adultos, mas o admirar vem de dentro. Estimular a coragem é um bom jeito de pegar o aluno pela admiração."

Fonte: UOL

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Museus no Cariri recebem público recorde

Um passeio ao Cariri não significa apenas conhecer a realidade atual. O passado dessa região tem muito a mostrar para a humanidade. Esse valor está contido nos achados de milhões de anos, como os fósseis em estado de preservação que chamam a atenção de estudiosos de várias partes do mundo, no Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, e nos artefatos indígenas acolhidos na casa mais antiga de Nova Olinda, a Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri.

O material revela muito do ser que habitou esse pedaço de chão no Nordeste. Nos dois espaços, as crianças e adolescentes contam um pouco dessa trajetória e mostram o potencial do turismo científico da região, que registra um crescimento anual, em número de visitantes.

Os museus de Paleontologia e a Fundação Casa Grande, em Nova Olinda, registraram juntos, somente no ano passado, uma visitação de quase cem mil pessoas. Uma marca que deixa esses locais entre os mais visitados na região. A fundação contou com 68.794 visitantes em 2015, num crescimento em relação ao ano anterior, conforme uma de suas diretoras, Fabiana Barbosa, de mais de 8.500 visitantes.

Agenda
O projeto tem uma dinâmica de eventos que, segundo ela, contribui para esse crescimento. O local não fecha durante nenhum dia da semana, e funciona nos horários das 9 horas às 17 horas. Os artefatos vão desde cerâmicas a material utilizado em pedra pelos índios que povoaram a região. Um vasto material fotográfico, com os sítios arqueológicos descobertos na área, pode ser conhecido pelos visitantes e pesquisadores da área.

O acervo foi reunido pela iniciativa do casal de diretores do local, a arqueóloga Rosiane Limaverde e Alemberg Quindins. Ela tem feito pesquisas na área e montou na fundação um Laboratório de Arqueologia. Recentemente foi criado o Instituto de Arqueologia do Cariri, em parceria com a Universidade Regional do Cariri (Urca).

Na vizinha cidade de Santana do Cariri, desde meados dos anos 80 que foi criado um museu que se tornou um dos mais importantes do período cretáceo do Planeta, onde existem fósseis de espécies que viveram na região há mais de 115 milhões de anos. Desde répteis, insetos, mamíferos, pássaros, plantas, evidências de uma cadeia que pode comprovar a origem de muitas delas a partir da Bacia do Araripe. Para o paleontólogo Álamo Feitosa, da Urca, instituição que administra o local, é possível que descobertas na própria região comprovem a origem ainda de muitas espécies. A participação de estudiosos do Brasil e exterior em pesquisas a cada ano aumenta na área.

Réplicas
De janeiro a dezembro do ano passado, foram 30.125 visitações ao Museu de Paleontologia. Uma marca que tem crescido a cada ano, conforme a coordenação do equipamento. Normalmente essa estatística é reforçada nos meses de alta estação, como julho e dezembro. As réplicas chamam mais a atenção do visitante, até pelo caráter lúdico que os dinossauros e répteis voadores, os pterossauros, imprimem nos curiosos por essa ciência que torna a cidade de Santana do Cariri um verdadeiro museu a céu aberto, por conter fósseis em praticamente toda parte da cidade.

São cerca de 10 mil fósseis no equipamento, e uma reserva técnica que aumenta a cada ano, com os achados na região, transferência e doação de material. O museu é um espaço de salvaguarda desse valioso patrimônio achado em solo da Bacia Sedimentar do Araripe. A recepcionista Daiane Soares Matos destaca o crescimento das visitações nos últimos anos.

Alojamento
Normalmente o período de alta estação coincide com uma visitação maior de famílias no museu. Nos outros meses do ano, há uma participação destacada de estudantes, que se deslocam por meio de excursões à região. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) traz alunos da instituição todos os anos, para vivenciarem aulas sob o céu do Araripe, inclusive já possui um espaço de apoio, com a construção do Centro de Referência Casa de Pedra (CDP), para alojamento dos alunos, com sala de aula no local.

"A maioria dos visitantes fica encantada com a preservação dos fósseis", afirma Daiane. Os estudiosos brasileiros têm presença constante no museu, mas há muitos estrangeiros que buscam desvendar mais desse material raro encontrado na região. Alguns deles, com tecido mole preservado.

Os guias atendem os visitantes e recebem uma bolsa para aprender e ensinar ao mesmo tempo. Os meninos e meninas acompanham as pessoas e são responsáveis por passar informações básicas importantes a respeito desse potencial científico que a região apresenta.

A divulgação do museu nos últimos anos tem sido fundamental para colocar o local em evidência, conforme a coordenadora administrativa, Paula Correia Nuvens. Ela lembra que se dá graças a fatores como a criação e reconhecimento internacional do Geopark Araripe, a reforma e ampliação do local em 2010, além dos achados fósseis inéditos na região, publicados nacional e internacionalmente.

Relevância
Mesmo com um grande acervo no espaço, apenas 3.500 estão catalogados até o momento. Segundo Paula, ainda há muito o que ser feito, já que a reserva técnica é numerosa e sempre estão chegando mais fósseis no local. O museu está entre os mais importantes do Brasil pelo nível de relevância do seu acervo, a exemplo de espaços como o Museu Nacional da UFRJ, onde existe um número considerável de fósseis da Bacia do Araripe, e o Museu da Universidade de São Paulo (USP).

Para se ter ideia do potencial do Cariri nesse segmento da paleontologia, há cerca de três mil insetos retirados da região, no Museu Nacional de História Natural, em Washington. Outro número significativo no Museu de História Natural, em Nova York.

Além disso, o Museu de Paleontologia tem cedido o seu material para estudos, como o empréstimo de quatro vespas para uma aluna que está realizando doutoramento, com base nos fósseis do museu de Santana do Cariri. O próprio símbolo do museu, uma libélula em perfeito estado, faz jus a uma realidade que se impõe pela qualidade científica dos fósseis encontrados na área do Araripe, pelo grau de conservação.

Mais informações
Museu de Paleontologia de Santana do Cariri
Telefone: (88) 3545-1206

Fundação Casa Grande
Telefone (88) 3546-1333

ELIZÂNGELA SANTOS
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste

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Não curte o BBB? Extensão promete bloquear postagens sobre o programa

O Big Brother Brasil começa nesta terça-feira, 19, e já provoca arrepios em quem não gosta do programa da TV Globo, mas tem amigos que não param de falar da "casa mais vigiada do País". Porém, há quatro anos, quem não quer saber nada relativo ao Big Brother tem no "No BBB" um alívio.

Criado pelo paulista Luís Cesar Coimbra, a extensão funciona filtrando as postagens que contêm expressões como "BBB", "Big Brother Brasil", "Paredão", dentre outras, em sites de relacionamento como Facebook ou Twitter. No lugar da postagem do Facebook, por exemplo, aparece o aviso: "conteúdo bloqueado pela extensão No BBB, se quiser ver clique aqui".

O aplicativo tem versões disponíveis nos navegadores Google Chrome e Mozila Firefox. Neste ano, Luís Cesar promete uma atualização, feita "em breve" para corrigir erros de atualizações passadas. No Chrome, a extensão é avaliada em 4 estrelas, de 5 possíveis. Porém, os comentários feitos neste ano são, em maioria, negativos. "Não está bloqueando nada que tenha BBB no nome, pelo contrário, tá exibindo tudo infelizmente", diz um usuário. "Um lixo, bloqueia tudo menos o BBB simples assim!", diz outro.

Fonte: O Povo

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MEC divulga lista de aprovados do Sisu


O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta segunda-feira (18) a consulta da lista de aprovados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) 2016.

Os estudantes podem consultar o resultado no site do Sisu. Para isso, os candidatos devem ter em mãos o número de inscrição e a senha do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2015.

Os candidatos selecionados devem realizar a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Caso não tenha sido selecionado para sua primeira opção de curso, o candidato pode aderir a uma lista de espera, que fica aberta de 18 a 29 de janeiro. As chamadas para essa lista começam em 4 de fevereiro.

De acordo com o ministério, 2.712.937 candidatos se inscreveram no Sisu, que encerrou o prazo às 23h59 da última quinta (14). O número de inscrições chegou a 5.275.613, se considerar que cada candidato pode fazer duas opções de curso.

Nesta primeira edição de 2016, o Sisu ampliou em 10,9% o número de vagas ofertadas em relação à primeira edição de 2015, quando foram ofertadas 205.514 vagas. Ao todo, o sistema oferece nesta edição 228 mil vagas em 131 instituições públicas de ensino superior em todo o Brasil.

O Sisu usa as notas do Enem 2015 para selecionar candidatos às vagas. Para participar do Sisu, contudo, o candidato não poderia ter tirado nota zero na redação do Enem. Ao todo, o Enem 2015 teve 5,8 milhões de participantes.

Pela primeira vez, neste ano a USP (Universidade de São Paulo) também tem vagas selecionadas pelo Sisu. São 13,4%, ou 1.489, das novas matrículas na estadual paulista que serão preenchidas por candidatos via Enem.

Prouni
Estudantes de baixa renda podem solicitar uma bolsa para o ProUni (Programa Universidade para Todos) a partir desta terça-feira (19). As inscrições terminam às 23h59 do dia 22 de janeiro. O programa federal concede o benefício integral ou parcial (50% da mensalidade) para o candidato cursar o ensino superior em instituição privada.

Para isso, o aluno deve cumprir alguns requisitos: ter feito o Enem 2015; ter cursado todo o ensino médio na rede pública ou bolsista integral em escola privada; não ter diploma de ensino superior e renda familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 2.640). O critério de renda, entretanto, não se aplica a professores da rede pública que desejam obter a bolsa para estudar em curso de licenciatura.

A oferta de bolsas terá duas chamadas: a primeira será divulgada em 25 de janeiro e a segunda, no dia 12 de fevereiro. Após essa etapa, o aluno deve procurar a instituição de ensino escolhida e comprovar as informações prestadas no site do ProUni. Se não for selecionado, o candidato pode indicar interesse em participar da lista de espera, no período entre 26 e 29 de fevereiro.

Fonte: Folha.com

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Crato (CE): Obra no Canal do Rio Granjeiro ainda preocupa moradores


Os desastres e cheias contabilizados durante a sua história são tantos que o comerciante Raimundo Valmir Rodrigues já perdeu as contas. Desde 1958, ele tem um pequeno armazém de frente ao Canal do Rio Granjeiro, em Crato, um dos pontos mais emblemáticos de cheias no Estado. Hoje, diz que as catástrofes são mais frequentes e já teve prejuízos que comprometeram toda a mercadoria do seu estabelecimento. Ele aumentou a altura da placa de metal, uma comporta, para conter um pouco mais a água que pode entrar no local nesse período chuvoso. "Quanto mais o tempo passa, as chuvas, mesmo as menores, se tornam mais ameaçadoras", constata.

A avaliação dele tem uma razão de ser, quando técnicos na área de engenharia alertam para uma realidade que a cada ano se torna mais comprometedora e ameaça a população, com o que podem chamar de tragédias anunciadas. Isso, frente aos riscos de uma obra de alto custo e que até agora é ineficiente para conter a força das águas que descem em velocidade desde a Chapada do Araripe até o Centro do Crato.

Medidas
Várias alternativas já foram apresentadas ao longo dos anos, desde a construção de reservatórios na área superior da Chapada do Araripe, alargamento do canal, aprofundamento do leito do rio. Mas o contrário vem acontecendo, com a intensa ocupação, e de forma desordenada, das áreas de encosta, com novas construções, o depósito de dejetos e águas de esgotos, além do adensamento populacional.

Todas essas questões já foram avaliadas pelo engenheiro civil Gerardo Júnior Cavalcante Lopes, como morador da cidade por vários anos. No início dos anos 2000, ao ver a obra do canal que era realizada, com o estreitamento do leito do rio, além de ter a base concretada, ele alertou para o crime ambiental e os riscos que a população estava passando.

O engenheiro enviou uma carta para o Ministério do Meio Ambiente (MMA), que tinha Marina Silva à frente, e destacou o erro técnico da obra, que necessitava de um bloqueio imediato. Por cerca de 15 dias, conseguiu paralisar o que via como um absurdo em meio a uma área densamente povoada. Após esse período, a Justiça acabou autorizando o projeto. De lá para cá, vieram as cheias subsequentes, prejuízos, trechos do canal destruído e até registro de morte.

Ele alerta para uma alternativa viável, que seria devolver o espaço para o rio. Segundo Gerardo, não existe outra ideia para ser viabilizada que afaste os riscos de grandes catástrofes na área, devendo ter o seu entorno desocupado em pelo menos cerca de 300 metros.

"A opção é simples, e pode ser realizada por etapas. As pessoas já veriam os efeitos serem minimizados. Isso é uma política estratégica, podendo ser este espaço transformado num grande parque, uma área verde e de lazer dentro da cidade, fazendo do Crato um município exemplar. Além disso, beneficiando toda a população e afastando os riscos de catástrofes na área. A gente precisa criar equipamentos comunitários para as pessoas, com o diferencial que mude a cultura de uma região, promovendo a qualidade de vida", explica.

Os moradores nesse período ficam apreensivos, como é o caso da professora aposentada Nascir do Nascimento, e do seu marido, o representante comercial, Antenor Gonçalves. Há poucos meses eles decidiram voltar para a casa, que ficou praticamente destruída durante a enchente registrada em 28 de janeiro de 2011. Uma madrugada de agonia e desespero, inesquecível para ales, com o registro de uma chuva de 162 milímetros. Foram mais de 30 casas atingidas no Crato nessa noite e boa parte do comércio da cidade foi invadida pela lama que tomou de conta das ruas principais do Centro.

O rastro de destruição foi maior na área onde mora Nascir. Depois de quase cinco anos, decidiu voltar para o mesmo local onde vivenciou um dos piores momentos de sua vida. Ela olha para a curva em 's' feita no canal, de frente à sua morada, para amenizar o trajeto da água e diz que foi pior. "Quando retorna, bate na torre da igreja e vem direto para a minha casa", afirma. Foi o que aconteceu na última grande cheia. Postes caíram na frente da sua residência e o canal ficou irreconhecível. A lateral do muro da casa foi levada e os móveis ficaram destroçados. Eram quase dois metros de água no interior da residência e eles correram para uma área e ficaram sobre a janela, para escapar durante toda aquela madrugada de chuva intensa. O que poderia ser aproveitado, após a saída temporária dos moradores, foi roubado. Depois que retornaram ao local, falam que até hoje não chegaram a ser indenizados pelos prejuízos. Nem eles ou qualquer outra pessoa que tenham conhecimento. Decidiram fazer uma construção reforçada num pequeno espaço do quintal. Utilizaram o pouco da reserva financeira que tinham e o projeto está pela metade. O dinheiro acabou.

Reforço
Antenor diz que fez questão de reforçar nos alicerces, com um metro e meio, e o novo muro que fez na casa. "Não precisava nem ter saído. Era para ter feito o serviço com mais pedras e profundidade", explica. Para eles, parece estar afastada a ideia de uma possível enchente, mas ainda ressaltam: seja o que Deus quiser. Na ponte de frente à casa dele existe um equipamento para medir catástrofes, implantado no ano passado. Uma Plataforma de Coleta de Dados, mas que apresentou defeito após uma precipitação de pouco mais de 70 milímetros.

Para Ronaldo Amorim não é novidade alguma que em mais um ano ocorra enchente. É uma dificuldade que tem enfrentado há muitos anos. Ele disse que a chuva de 43 milímetros, na semana passada, chegou a deixar o canal pela metade de água, porque não choveu muito na serra. Desde o tempo do seu pai, nos anos 60, que vivencia as cheias do canal. "Já são mais de 20", diz ele. Dos prejuízos, nem tem mais conta. Colocou uma placa de metal maior na entrada para evitar que mais água entre no local. Mesmo tendo um batente e ficando mais alta.

Previsão
Segundo o gerente regional da Companhia de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado (Cogerh), Alberto Brito, a Plataforma de Coleta de Dados pode antecipar uma previsão de chuva em até 3 horas. Chegou a passar por uma manutenção, mas ele mesmo não consegue acessar os resultados constatados pelo aparelho, que possui monitoramento de Brasília, por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres (Cemaden). Vários deles atualmente estão instalados no Estado do Ceará.

O secretário de Obras do Crato, Tarcio Luiz de Carvalho, afirma que um projeto, a ser feito pela Prefeitura, avaliado em cerca de R$ 1 milhão, irá mostrar o tipo de obra viável para afastar a possibilidade de ocorrência de cheias do canal. Ele diz que há uma necessidade e reconhece as dificuldades enfrentadas na área há muito tempo.

A grande preocupação do engenheiro Gerardo Júnior é ver uma obra com falhas técnicas que, dependendo do tempo da chuva, e o volume, por exemplo, o estrago causado pode ser incalculável.

"A cada ano, há uma possibilidade da vazão da água ser maior para uma chuva do mesmo porte, principalmente aumentando o volume que chega na área mais baixa, com uma velocidade mais intensa, fruto da ocupação das áreas de encosta e do asfaltamento das vias, como vem acontecendo de forma cada vez mais frequente no sopé da Chapada do Araripe, em Crato", alerta. Ele reitera que solução existe, mas apenas com a preservação da área do rio e não comprimindo o seu espaço, como tem acontecido ao longo dos anos.

ELIZÂNGELA SANTOS
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste

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Livro de educação sexual citado em redes sociais não foi enviado pelo MEC


O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de nota, que não produziu, adquiriu ou distribuiu o livro Aparelho Sexual e Cia, que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para as crianças e jovens brasileiros. O MEC afirmou que não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta dos programas de distribuição de materiais didáticos como Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) ou Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE).

Circula nas redes sociais um vídeo que afirma que o governo distribuiu a obra e, assim, estaria "estimulando precocemente as crianças a se interessarem por sexo". Em um dos vídeos, a acusação é feita pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) que afirma que "livros distribuídos pelo PT ensinam sexo para criancinhas".

O livro em questão é uma publicação da editora Cia das Letras e a empresa informa, em seu catálogo, que a obra já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas.

Segundo o MEC, as informações presentes no vídeo já tinham sido repetidas em 2013. À época, o ministério já havia respondido oficialmente à imprensa que "a informação sobre a suposta recomendação é equivocada e que o livro não consta no Programa Nacional do Livro Didático/PNLD e no Programa Nacional Biblioteca da Escola/PNBE".

Fonte: UOL (Com informações do Portal Brasil)

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Alerta! A sua toalha de banho ter bactérias de intestino

Com qual frequência você troca sua toalha de banho? Ou melhor, existe uma frequência ideal para lavá-la? Bom, o primeiro passo é pensar o que compõe a "sujeira" da toalha. Ela é composta de pele morta e bactérias do nosso próprio corpo, dizem especialistas ouvidos pelo UOL. Em alguns casos, se ficar perto de um vaso sanitário potente, que forma aerossóis na hora da descarga, pode ter algumas bactérias do intestino, diz o infectologista Gustavo Johanson, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

No caso das pessoas saudáveis, essas bactérias não são um problema. Se tudo vem do nosso próprio corpo, já estamos acostumados com esses micro-organismos e, até hoje, parecem não haver registros de mortes por usar sua própria toalha. "A grande maioria das bactérias da pele não são patogênicas e estamos adaptados", diz Johanson. Entra aí o bom senso para a limpeza da toalha. "Não existe na literatura médica uma recomendação para lavagem da toalha de pessoas saudáveis. Se o ambiente está quente e úmido, precisa lavar mais rápido do que num ambiente frio e seco, vai do bom senso", diz Johanson.

A microbiologista Maria Teresa Destro, professora aposentada da Universidade de São Paulo (USP), avalia que o bom senso é uma vez por semana. O mais importante, ressaltam os dois, é o cuidado com a toalha no dia-a-dia e na hora da lavagem. "Colocar a toalha em local arejado e mantê-la seca evita a proliferação de bactérias e fungos", diz Maria Teresa.

Como cada um tem sua microbiota, o ideal é não ficar trocando de toalha durante o uso. "E para crianças até 3 anos, que são mais sensíveis, é importante que elas tenham sua própria toalha e que ela fique separada", diz a microbiologista.

Recentemente, em matéria do Tech Insider, o médico Philip Tierno, da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, recomendou uma lavagem da toalha a cada três usos para conter a proliferação das bactérias. Maria Teresa lembra que nós, brasileiros, temos mais hábito de tomar banho do que os americanos, portanto, aqui estamos mais limpos a cada uso.

Pessoas imunodeprimidas ou doentes
Se alguém está doente, a situação muda de figura. Pessoas que estejam com doenças transmitidas por fezes e urina, como salmonella, shiguella e até hepatite A, precisam lavar suas toalhas a cada uso, como é feito nos hospitais, lembra Johanson.

No caso de machucados na pele, Maria Teresa recomenda que se tenha uma toalha para enxugar apenas o machucado e não levar a infecção para outros lados do corpo, principalmente para as mucosas dos órgãos genitais, que são mais sensíveis do que a pele.

Como lavar
Para Maria Teresa, o sabão e o sol são as opções mais práticas para limpar a toalha. No caso das crianças até 3 anos, ela recomenda passar. Johanson explica que as bactérias morrem a 60 graus Celsius, portanto ele recomenda que as toalhas e roupas íntimas sejam ou lavadas nesta temperatura (o que não é muito prático), secas na secadora com essa temperatura ou simplesmente, passadas com ferro a essa temperatura.

Fonte: UOL

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Pobres precisam de banheiro, não de celular, diz Banco Mundial

As famílias mais pobres do mundo estão mais propensas a terem telefones celulares do que banheiros ou água limpa.

Isso não necessariamente melhorou a situação delas, segundo um novo relatório do Banco Mundial.

O número de usuários de internet mais que triplicou em uma década, para 3,2 bilhões no final do ano passado, representando mais de 40 por cento da população mundial, disse o banco de desenvolvimento com sede em Washington em um relatório divulgado na quarta-feira intitulado “Dividendos digitais”.

Embora a expansão da internet e de outras tecnologias digitais tenha facilitado a comunicação e promovido um senso de comunidade global, ela não ofereceu o enorme aumento de produtividade que muitos esperavam, disse o banco. Ela também não melhorou as oportunidades para as pessoas mais pobres do mundo, nem ajudou a propagar a “governança responsável”.

“Os benefícios totais da transformação da informação e comunicação somente se tornarão realidade se os países continuarem a melhorar seu clima de negócios, investirem na educação e saúde de sua população e proverem a boa governança”, disse o relatório.

“Nos países em que esses fundamentos são fracos, as tecnologias digitais não impulsionam a produtividade nem reduzem a desigualdade”.

A visão do Banco Mundial contrasta com o otimismo dos empreendedores da tecnologia, como Mark Zuckerberg e Bill Gates, que têm argumentado que o acesso universal à internet é essencial para eliminar a pobreza extrema.

“Quando as pessoas têm acesso às ferramentas e ao conhecimento da internet, elas têm acesso a oportunidades que tornam a vida melhor para todos nós”, diz uma declaração do ano passado assinada por Zuckerberg, Gates e outras pessoas, como Richard Branson e Bono.

Insuficiente
Segundo o Banco Mundial, conectar o mundo “é essencial, mas está longe de ser suficiente” para eliminar a pobreza.

O banco de desenvolvimento visa a reduzir a pobreza extrema -- definição dada a quem vive com uma renda de menos de US$ 1,90 por dia -- a 3 por cento globalmente até 2030.

Em mercados sem concorrência suficiente, as tecnologias digitais podem originar monopólios, limitando a inovação, disse o banco. Embora a internet permita que muitas tarefas sejam automatizadas, ela pode criar uma desigualdade maior se os trabalhadores não têm a habilidade de tirar vantagem dos avanços tecnológicos.

E quando os governos não são responsáveis, a propagação da internet pode permitir que eles exerçam um controle maior.

Em muitos países em desenvolvimento, o acesso à internet e ao telefone celular responde por uma grande parcela da renda. Além disso, alguns países não têm sistemas educacionais que capacitem as pessoas para utilizarem a internet.

Em Mali e Uganda, cerca de três quartos das crianças da 3a série não sabem ler, disse o Banco Mundial.

“Como não é de surpreender, os mais instruídos, bem conectados e mais capazes têm recebido a maior parte dos benefícios” da expansão digital, disse o relatório.

Fonte: Bloomberg

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Crato (CE): Homem mantém barbearia há mais de 70 anos no Centro



Reportagem exibida no Bom Dia Ceará (TV Verdes Mares)


Chuvas da pré-estação já recarregam açudes do Ceará

As chuvas de pré-estação chegaram com intensidade que não se esperava em algumas regiões do Ceará. Há registros acima de 100mm nos últimos dias na região dos Inhamuns; houve recarga, ainda que mínima, em 23 açudes, e quatro saíram da categoria de seco. O nível médio dos 153 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) é de 11,9%, índice é o mais baixo em 20 anos.

As previsões meteorológicas indicam possibilidade de ocorrência de chuvas localizadas em todas as regiões do Estado durante este fim de semana.

A recarga registrada em pequenos reservatórios do Interior do Estado ainda é mínima, mas o suficiente para renovar esperança de que, na quadra chuvosa que se inicia no próximo mês, haverá aumento no volume, deixando para trás a sombra da seca que se estende desde 2012 em todo o Semiárido Brasileiro.

"Para começo de inverno está melhor do que se esperava", disse o agricultor Luís Souza, que, na manhã de ontem, acompanhava a chegada da água no Rio Jaguaribe, na cidade de Saboeiro, onde foram registrados 125mm na quinta-feira passada. "A barragem que estava seca agora está enchendo".

O assessor da Presidência da Cogerh, Gianni Lima, disse que os aportes verificados em vários açudes não foram expressivos em relação às suas capacidades, mas são importantes para abastecimento local. "As recargas registradas contribuíram para estabilizar a queda diária do nível dos reservatórios no Estado, evitando o rebaixamento esperado", explicou. "Essas chuvas que têm relação com a pré-estação são mais imprevisíveis".

A Cogerh, registrou, ontem, aportes em 23 açudes. Quatro deixaram de estar secos: Colina (Quiterianópolis), Flor do Campo (Novo Oriente), Parambu (Parambu) e Trici (Tauá). Outros que receberam recarga são: Angicos (Quixelô), Arneiroz II, Figueiredo (Alto Santo), Orós e Pedras Brancas (Quixadá).

O açude Colina, em Quiterianópolis, desde 2012 que estava seco e recebeu um aporte de 334 mil de m³. O Arneiroz II registrou recarga de 1,5 milhão de m³. O aporte no momento mais favorável, de 1,072 milhão de m³, verificou-se no Flor do Campo, em Novo Oriente, porque havia risco de colapso no abastecimento da cidade.

O Trici, em Tauá, que abastece a cidade e estava seco, recebeu quase um milhão de metros cúbicos. Esse mesmo volume de recarga chegou ontem ao Pedras Brancas e Banabuiú.

Ainda segundo a Cogerh, no momento, nenhum açude tem volume acima de 90%, mas 136 estão com volume inferior a 30%. Os dados mostram que 39 reservatórios estão com volume morto e 40 permanecem secos. Nos últimos sete dias, houve recarga no Orós, Banabuiú, Trici, Lima Campos, Figueiredo, Flor do Campo e Tucunduba.

A Funceme previu chuvas abaixo da média histórica para o trimestre novembro e dezembro (2015) e janeiro (2016). Nos últimos dois meses do ano passado, a pluviometria média ficou 61,6% a menos do esperado para o período. Neste mês de janeiro, até ontem, havia um déficit de 31,9%, mas agora que se chegou à metade do mês em curso.

No próximo dia 20, a Funceme divulga o primeiro prognóstico para a quadra chuvosa (fevereiro a maio). As precipitações nesse período têm relação com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Esta pode ser desviada pelo fenômeno El Niño, que permanece intenso. "O modelo atual sugere um percentual para a ocorrência de uma quadra desfavorável", observou Gianni Lima.

Precipitações
As chuvas continuam banhando as regiões Centro-Sul, Inhamus, Sul (Cariri) e Vale do Jaguaribe. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) registrou precipitações em 60 municípios, entre as 7h de quinta e às 7h dessa sexta-feira. Para este fim de semana, prevê ocorrência de chuvas isoladas em todas as regiões do Ceará.

As cinco maiores precipitações ocorreram nos seguintes municípios: Iracema (60mm); Quixelô (55mm); Jardim (42mm); Jati (39mm); e Iracema (38mm).

Segundo a Funceme, a nebulosidade sobre o Estado decorre de um sistema meteorológico denominado Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que está próximo à região Nordeste e é típico de época de pré-estação chuvosa.

Mais informações
Funceme
Fone: (85) 3101-1117

Cogerh
Fone: (85) 3218-7024

HONÓRIO BARBOSA
COLABORADOR

Fonte: Diário do Nordeste

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Aprovar CPMF é fundamental para o país sair da crise, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff defendeu agilidade na aprovação da proposta de emenda à Constituição que recria a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), imposto sobre movimentações bancárias.

"Acho que é fundamental para o país sair mais rápido da crise aprovar a CPMF", disse, durante café da manhã com jornalistas, nesta sexta-feira (15), no Palácio do Planalto.

"Reequilibrar o Brasil em um quadro em que há queda da produtividade implica necessariamente, a não ser que nós façamos uma fala demagógica, em ampliar impostos. Estou me referindo à CPMF", afirmou, ao ser perguntada sobre as dificuldades que o governo terá este ano na relação com o Congresso Nacional.

Dilma argumentou que a CPMF é a solução mais viável do ponto de vista da arrecadação do governo, pois é de "baixa intensidade" e ao mesmo tempo "permite controle de evasão fiscal". De acordo com a presidente, o imposto também é o que menos impacta na inflação.

Fonte: UOL

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Crato (CE): Menino de 10 anos cria museu para contar a história de Luiz Gonzaga


A história acontece no distrito de Dom Quintino, a 26 km do centro do Crato, onde Pedro Lucas, de 10 anos, montou um museu para contar a história de Luiz Gonzaga. O garoto teve inspiração de outros lugares artísticos. "Eu vi muita gente que queria conhecer a história dele, e como a aqui não tinha nenhum ponto turístico, eu criei o museu".

Segundo o avô, Antônio Feitosa, aos 5 anos o menino começou a ouvir as músicas de Gonzaga e se inspirou.

A maior parte dos artigos do museu veio de doações de terceiros. "Eu postava na internet, o pessoal foi vendo e doando", diz o idealizador do museu.

Apesar de uma homanegam ao músico, nenhuma peça pertenceu realmente ao rei do baião. É tudo apenas uma representação dos momentos da vida do sertanejo.

O lugar escolhido para o funcionamento do museu é a casa da falecida bisavó do garoto. "Acho que onde ela estiver, ela está muito feliz com isto", conta o avô.

Ronuery Rodrigues, um amigo da família, se comoveu com a dedicação de Pedro Lucas e resolveu ajudar com a divulgação do museu. "É um projeto audacioso, e que pode ajudar a comunidade, então a gente resolveu abraçar a ideia e trazer a imprensa para divulgar", diz o 'assessor'.

E o sonho do garoto pode ficar maior. A família já pensa em uma ampliação do espaço, caso continuem a receber doações de artigos.



Reportagem exibida no Diário Regional (TV Diário)

Fonte: TV Diário

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Ler é viver mais e melhor

Como o ano está novinho em folha, muitas promessas de ano novo é ler mais. Pensando nisso, quero compartilhar com vocês os benefícios da leitura. Além do conhecimento, ler é um bom hábito. Para quem já está na melhor idade e possui tempo livre, ocupa-lo com um bom livro é uma boa chance de fazer um exercício mental, reduzir a ansiedade e, ainda, se divertir.

Estudos mostram que pessoas que mantêm o cérebro ativo durante toda a vida com atividades cognitivas como a leitura possuem menores níveis da proteína beta amiloide, que está ligada ao Alzheimer. Essa proteína forma placas no cérebro e afeta a transmissão entre as células nervosas.

É sabido também que a leitura contribui para a memória já que ao ler um livro é preciso lembrar dos personagens, das histórias e dos nomes para acompanhar o enredo até o final. Uma das formas de ajudar nesse processo é participar de um grupo ou de um clube da leitura. Além de ser um ótimo exercício para o cérebro, participar desses grupos tem um importante componente social, já que você compartilha suas experiências com outras pessoas e ainda faz novos amigos.

Você pode ainda fazer parte de grupos de troca de livros o que também ajuda na questão financeira e ajuda a tornar o mundo melhor, contribuindo para o consumo consciente. Visite também bibliotecas, sebos e, se está familiarizado com a tecnologia, baixe no seu e-book alguns livros grátis.

Veja alguns benefícios da leitura:

• Exercita o cérebro
• Traz tranquilidade e reduz a ansiedade
• Dá conhecimento
• Amplia o vocabulário
• Boa memória
• Melhora seu pensamento crítico
• Ajuda na concentração e atenção
• Diverte e possibilita que você tenha novos amigos

Seja qual for a história da sua preferência, leia, compartilhe com seus amigos e familiares e use o livro também para se divertir. Viva mais e melhor.

Por: Marcelo Levites

Fonte: Blog Viva Mais e Melhor/Estadão

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Hemoce lança campanha de doação de sangue para 2016

Lançada a campanha de doação de sangue para o carnaval 2016 do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). Com o tema “Neste carnaval faça Alguém rir à toa, doe sangue. A gente doa sorrisos, você doa vida.”. A campanha foi aberta nesta quinta-feira (14) no Hemocentro em Crato, no Bairro Pimenta e em Juazeiro do Norte, no hemonúcleo, onde houve um momento festivo com os doadores de sangue do Cariri.

A campanha é para reforçar o estoque de sangue para o período de carnaval que é considerado crítico pelos profissionais da instituição. De acordo com a coordenadora técnica do hemonúcleo-Juazeiro e Hemocentro-Crato, Aldilene Sobreira, o momento é de atenção por dois fatores.

O primeiro é que as pessoas deixam de doar por estarem envolvidos com o clima festivo ou viajando. O segundo problema é que o índice de ocorrências que demandam sangue sobe nesse período.

Até o final da campanha que se estende até 29 de janeiro, expectativa é que sejam arrecadadas 9.000 (nove Mil) bolsas de sangue em todo o estado. Na segunda e terça-feira de carnaval será realizada uma campanha especial no Shalon no Bairro Salesiano.

Para ser um doador de sangue é preciso: Estar saudável, bem alimentado, ter mais de 50 kg, ter entre 16 a 69 anos de idade e apresentar um documento oficial e original com foto. Os menores de 18 anos precisam apresentar o termo de consentimento para menores, disponível para download em www.hemoce.ce.gov.br.

Adriano Duarte 

Fonte: Miséria

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Ex-vendedor de cocadas conquista cinco diplomas e vira servidor público

Ele é graduado em filosofia, tradução, biblioteconomia, teologia e letras (Língua e Literatura Francesas) pela UnB (Universidade de Brasília). Sua dissertação de mestrado foi premiada no Concurso Latino-americano "Fernando Báez" do Centro Argentino de Informação Cientifica e Tecnológica. A tese doutoral virou um livro e foi indicado para o prêmio Jabuti deste ano. Todas essas conquistas não foram em vão. O brasiliense Cristian Santos, 38, vendeu cocada dos nove aos 19 anos para comprar livros, materiais escolares, passe de ônibus e ainda ajudar em casa.

O pai de Cristian era carpinteiro e a mãe dona de casa. Era ela que preparava os doces para que ele pudesse vender no centro de Brazlândia, região localizada a 32 quilômetros de Brasília. "Sempre estudei em escola pública e mesmo assim sofria preconceito por vender cocadas. Fazer isso explicitava minha condição de mais pobre, acrescido ao fato de nem sempre possuir o material didático exigido pelos professores".

Santos conta que sempre foi um leitor precoce. Adorava frequentar a biblioteca comunitária de onde morava. O que mais lhe chamava atenção não era apenas a coleção de livros – ele adorava consultar verbetes na Barsa e Larousse –, mas o pequeno jardim de inverno, o mobiliário confortável e as canecas de alumínio areadas. "Tornou-se uma espécie de refúgio frente à pobreza em que vivia", desabafa.

De vendedor de cocadas até servidor público
Segundo Cristian, a necessidade de se dedicar mais intensamente aos estudos foi despertada no ensino médio, quando era estudante do colégio público Elefante Branco, na Asa sul. "As diferenças sociais entre os colegas de sala eram mais explícitas e isso me impactou enormemente".

Ele acordava diariamente às 4h da manhã, preparava o café e limpava a casa para facilitar o dia de sua mãe, na época diabética e hipertensa. Depois pegava o ônibus lotado (linha 413) às 5h10, rumo ao Elefante Branco.

"Levava na mochila um pão francês amanhecido besuntado em margarina. Às 7h o devorava sentado no banco gélido de concreto, em frente à biblioteca da escola. Era a única refeição até o almoço das 15h. No caminho, lia literatura brasileira. Consumia as tardes na Biblioteca Érico Veríssimo".

Aos 17 anos ele foi aprovado no curso de biblioteconomia da UnB. A escolha do curso veio devido a uma palestra que assistiu no colégio. "Notei que a formação de um bibliotecário envolvia uma multiplicidade de conhecimentos, uma verdadeira síntese de tudo o que adorava: biblioteca, línguas, artes, literatura, filosofia".

Nos dois primeiros anos de UnB, Cristian continuou vendendo cocadas na vizinhança, especialmente para pagar os passes escolares, o bandejão da UnB (R$ 0,50 por refeição) e as cópias dos textos obrigatórios. Mesmo alcançando a primeira graduação ele não parou de estudar.

Hoje, Cristian é bibliotecário da Câmara dos Deputados. Atuou em diversos setores no Parlamento, todos vinculados à cultura e aos direitos humanos. Academicamente se dedica a pesquisar as relações entre literatura e sagrado, em particular os fenômenos da mística e do anticlericalismo.

"No ano passado iniciei o pós-doutorado em história pela Casa de Rui Barbosa, onde tenho analisado as charges anticlericais publicadas na imprensa brasileira. Nos últimos anos tenho sido convidado a ministrar palestras em diversas regiões, abordando os desafios e perspectivas das instituições de cultura em nosso país, em particular as bibliotecas, museus e arquivos".

Questionado sobre qual o segredo de alcançar o sucesso, Cristian não hesita. Diz que o mais importante é sonhar. "Nem tudo o que desejamos se concretizará, mas os fracassos podem nos ajudar a reconfigurar estes mesmos projetos, tornando-os mais plausíveis".

Fonte: UOL

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Justiça manda prender em Juazeiro quadrilha acusada de assaltos em Barbalha

“Vaqueiro”, “Bitinha”, o menor de iniciais G. R dos S e Daniel foram presos em Juazeiro. (Foto: Ag. Miséria)
Cumprindo mandados expedidos pela justiça, policiais civis de Barbalha e Juazeiro do Norte prenderam quatro pessoas acusadas da formação de quadrilha e assaltos a mão armada. Os mandados de prisões e de buscas e apreensões foram todos expedidos pela Comarca de Barbalha, porém cumpridos nas residências dos acusados no bairro Frei Damião em Juazeiro do Norte.

O momento inicial foi na Rua Manoel Tavares Lopes, 3199/B onde estavam Paulo Henrique dos Santos de Melo, apelidado por Bitinha e apontado pela polícia como homem de alta periculosidade, e Francisco Daniel da Silva. Ambos tem 19 anos e se encontravam com um revolver calibre 38 tendo seis cartuchos intactos. Os policiais já monitoravam o imóvel e fizeram um cerco para impedir a fuga dos procurados.

O passo seguinte foi na Rua Zacarias de Góis, 16 no mesmo bairro Frei Damião. Ali mora Erialdo Lourenço da Silva, de 47 anos e apelidado como “Vaqueiro” e estava ainda o adolescente de iniciais G. R dos S., de 16 anos. Nesta casa a polícia encontrou 13 aparelhos celulares, sete relógios, duas câmeras digitais e dois notebooks com um deles avaliado em R$ 8 mil por ser de última geração.

Além disso, uma espingarda, várias facas e facões e outros objetos de procedências não explicadas por “Vaqueiro”. Os policiais não tem dúvidas de que são produtos de roubos e muitas vítimas deverão comparecer à Delegacia de Barbalha. O quarteto foi ouvido pelos Delegados Julio Agrelli e Lorna Aguiar e, depois, recambiado para a cadeia pública de Barbalha onde aguardará um pronunciamento da justiça.

Demontier Tenório

Fonte: Miséria

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Governo elevará crédito por meio de bancos públicos, diz Nelson Barbosa

Na busca para recuperar o crescimento, o ministro Nelson Barbosa (Fazenda), 46, disse esperar anunciar até fevereiro medidas que incluem o uso de bancos públicos e do FGTS em linhas de crédito para construção civil e pequenas e médias empresas.

Ressalvando que não haverá subsídios nesses financiamentos, diferentemente do que ocorreu no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, afirmou que o governo vai usar recursos disponíveis no Banco do Brasil, no BNDES, na Caixa e no FGTS para "expandir crédito em atividades prioritárias, como habitação, saneamento e capital de giro de pequena e média empresa".

Barbosa, questionado pelo mercado por sua posição mais favorável a um ajuste fiscal mais gradual, disse que fará o que "for preciso" para cumprir a meta de superavit primário de 0,5% do PIB.

Folha - A presidente encomendou um pacote de medidas para ser apresentado logo no início deste ano?
Nelson Barbosa - A presidente encomendou diretrizes e estratégias de política econômica para este e os próximos anos. Envolve uma definição de prioridades, das medidas já enviadas ao Congresso e de novas medidas. Não é um pacote, é um programa de governo.

O que está para ser lançado?
Está em andamento o programa de concessões. Colocamos quatro aeroportos para concessão. Recebemos estudos sobre três ferrovias e estamos também concluindo negociações para novos investimentos em concessões existentes, como na Via Dutra. Há uma agenda de melhoria do ambiente de negócio e medidas para simplificar e desburocratizar a vida das empresas e das famílias.

No curto prazo, para estabilizar a economia, o que será feito de imediato?
Trabalhar para melhorar o foco e a eficiência dos programas de crédito direcionado.

Fizemos uma ampla revisão nos subsídios do governo. Feita a revisão, continua havendo crédito direcionado, com taxas abaixo de mercado, mas custo fiscal menor.

E há uma liquidez nos agentes financeiros públicos e no FGTS que pode ser utilizada para expandir o crédito em atividades prioritárias, como infraestrutura, habitação, saneamento e capital de giro de pequena e média empresa. É o que vamos fazer.

Isso com BB, Caixa...
Nos bancos públicos e no FGTS há liquidez. Hoje o problema não é de oferta, é mais de demanda. Mas podemos melhorar o foco das nossas políticas de crédito direcionado para atender às demandas principais da economia, de setores que querem investir e não têm recursos.

São medidas para construção civil e pequena empresa?
É isso que estamos avaliando, medidas para melhorar o foco do crédito direcionado e expandi-lo, sem custo adicional para a União. Com os recursos existentes, sem necessidade de subsídio do Tesouro. Esses créditos já têm um custo de captação menor. São medidas compatíveis com o equilíbrio fiscal, de um lado, e com a melhora da economia, de outro.

Quando elas estarão prontas?
Esperamos ter algumas propostas definidas até o início de fevereiro.

Além dessas medidas de crédito, o que mais será feito?
Primeiro temos de aumentar a previsibilidade, sobretudo a fiscal. Hoje o maior desafio do Brasil é o fiscal, e ele só depende de nós mesmos. Em paralelo temos de estimular a recuperação do investimento privado, porque há muita oportunidade no Brasil.

Será possível cumprir a meta fiscal deste ano?
Sim. Vamos chegar à meta neste final de ano.

O próprio governo chegou a propor um abatimento da meta que praticamente a zerava. Vocês mudaram de avaliação?
É possível [atingir a meta] e isso envolve várias medidas.

Vai haver corte de despesas?
Inclui contingenciamento, que sairá até meados de fevereiro. Envolve sobretudo medidas legislativas. As principais são a CPMF e a DRU. Faremos o que for preciso para atingir a meta.

O sr. foi questionado ao ser nomeado ministro pela disputa com o ex-ministro Joaquim Levy sobre a intensidade do ajuste fiscal. Enquanto ele defendia algo mais forte, o sr. defendia algo mais suave. Como pretende mudar essa visão?
Somos todos a favor de um ajuste do tamanho necessário para equilibrar as contas públicas e estabilizar o nível de atividade econômica.

O que houve ao longo do ano do passado foi que as previsões sobre crescimento e arrecadação acabaram não acontecendo. Isso levou a uma necessidade de o governo fazer ajustes.

Fonte: Folha.com

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Crato (CE): SAAEC realiza primeira reunião de 2016

A SAAEC, realizou na manhã desta quarta-feira (13) a primeira reunião do ano de 2016. Na ocasião a presidente Janaína Fernandes, ressaltou a necessidade da conclusão dos Projetos Águas para Todos, visando atender as comunidades rurais que há décadas, sofrem com escassez do líquido.

Participaram da reunião representantes dos órgãos que compõem a Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) do Estado representada por Edson Fontes, Abelardo Camurça e Olavo da Costa, a COGERH através dos representantes José Ronaldo e Mª das Dores e a AQUASIS, além de lideranças comunitárias rurais.

A SAAEC reafirmou a parceria já existente com os órgãos e comunidades. A presidente destacou que as parceiras tem proporcionado avanços nos sistemas de abastecimento rurais, foram inclusas na pauta às comunidades: Guaribas, Bebida Nova, Páscoa, 10 de Abril, Valentim, Engenho da Serra, e Baixa do Maracujá.

Os representantes da SDA informaram que os encaminhamentos e demandas dos municípios no que diz respeito às obras de Abastecimento, terão continuidade e que estão dispostos a intermediar com os órgãos do Estado.

Assessoria de Imprensa/PMC

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